Archive for the 'Cinema' Category

guillemet

[dom] 5 de fevereiro de 2017

domingo. último dia.

dia de arrumar tudo que não arrumei até agora.

e a jornada começou… tenho planos, tenhos sonhos.

e para mentalizar “paciência e coragem”.

***

fiz horta. podei planta. plantei algumas. organizar as categorias/tags deste blogue. coloquei em dia #umpoetaumpoemapordia. reavivei blogues e páginas que andavam soltas. visitei meus poemas. conheci novos poetas.

***

lista do que foi visto: wbqbr9rrhfs033isu4dudvdpv64-zebzous6wpxzl31

05/02/17 Até o Fim (2013 ‧ Drama/Ação ‧ 1h 47m – Direção: J.C. Chandor). aquele filme que você vai vendo enquanto faz outras coisas… mas em algumas momentos te dá uma agonia profunda.
01/02/17 Adaptação (2002 ‧ Filme policial/Drama ‧ 1h 54m – Direção: Spike Jonze e Roteiro: Charlie Kaufman). Que puta filme. Dez. Daqueles que dá vontade ver mais de uma vez.
31/01/17 La Vida Inmoral de la Pareja Ideal (2016 ‧ Comédia/Drama/Romance ‧ 1h 31min – Direção: Manolo Caro). Película mexicana interessante, levemente engraçada e um pouquinho sedutora.
31/01/17 iBOY  (2017 ‧ Sci-Fi/Ação/Crime ‧  1h 30min – Direção: Adam Randall). Uma bosta.  Perdi meu tempo.

***

trilha de fundo: Jason Mraz – 93 Million Miles

«Every road is a slippery slope / But there is always a hand that you can hold on to / Looking deeper through the telescope / You can see that your home’s inside of you / Just know, that wherever you go / No, you’re never alone / You will always get back home / Home…»

***

pesquisa derivada – guillemets ‹ ›  « »

In Windows: 
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trainspotting

[qui] 26 de janeiro de 2017

«(Spoken):
Dr. No
From Russia With Love
You Only Live Twice
Goldfinger
Diamonds Are Forever
Thunderball
Never Say Never Again»

 damon albarn – closet romantic (trainspotting soundtrack) [1996]

***

o filme acabou. a música tá rolando…

e deu a vontade de registrar algo…

escrever hoje e editar os vários dias que ficaram no rascunho.

certo então!?

nada certo. última semana das férias… porque na próxima semana é aquela em que você começa a se organizar para voltar. porque fevereito chegou…

mas os feitos de um mês de férias, hein?… nada, vadiagem total, muito sorvete, um pouco de vinho, umas brejas, uma semana de antibióticos, muito tortéi, muita pizza. um bocado de conversa fiada, visita ao dentista, sete temporadas de jornada nas estrelas, um livro lido (teorema geral do esquecimento – eduardo agualusa ), cinco filmes e mais duas séries… pouca vitamina d. dermatite intensa. eu literalmente tirei férias em janeiro.

***

26/1 transpotting, sem limites. um puta filme. surreal e trash. o sotaque escocês. a cena do vaso. o bebê e as alucinações com o bebê (duas impressões… chocante e fake). nota 9,5

26/1 clube de compras dallas (dallas buyers club). matthew mcconaughey em ossos. a cena de jared leto vomitando sangue. embarguei na cena que ron chega no hospital e rayon não está mais no quarto. bonito filme. nota 9,0

26/1 o homem que viu o infinito ( the man who knew infinity). sobre srinivasa ramanujan. jeremy irons e dev patel estão bem. é um filme bonito, mas falta algo… nota 7,0

24/1-26/1 primeira tempora, 16 episódios, outlander. a premissa é surreal, mas se tu embarca… é até interessante. viagem mística no tempo… highlanders e ingleses no séc. xviii.  é uma série com passagens fortes, bem eróticas… a ideia do narrador é interessante. é bonita esteticamente, mas no desenvolvimento é por vezes arrastada; fiquei tentando comparar as vestimentas do exército inglês com a série frontier. nota 7,0.

23/1 o roubo da taça… jules e dolores. a premissa… o roubo da taça do tri. um filme hilário… e o mais absurdo que é que a parte mais engraçada é baseada em fatos reais. peralta, o gringo, a dolores ótimos… só o finalzinho achei que ficou um furo. nota 9,5.

23/1 6 episódios, primeira temporada. frontier. a premissa é interessante… gostei da idéia de apresentar índios e ingleses, no séc. xviii. mas o desenvolvimento é fraco. e em algumas momentos abusa da paciência… como as recorrentes visitas de declan harp à grace emberly. nota 5,0

5/1-22/1 mais de 170 episódios. 7 temporadas… uma imersão na enterprise. me senti voltando no tempo… vinte anos no tempo. foi bom compartilhar essa jornada com jean-luc picard e cia.

4/1 synchronicity – só posso dizer, que apesar de tudo, i like. nota 7,0.

4/1 chaos on the bridge – documentário sobre star trek – the next generations. depois de um doc sobre spock (for the love of spock, direção de adam nimoy) e outro sobre as/os capitães de star trek… mais um documentário de shetner, este é mais interessante que the captains.

próspero – somos feitos da matéria dos sonhos

[dom] 22 de janeiro de 2017

duas notas para ver depois

nota #1 The Tempest, Act IV, Scene 1.

Prospero. You do look, my son, in a moved sort,
As if you were dismay’d: be cheerful, sir.
Our revels now are ended. These our actors,
As I foretold you, were all spirits and 1880
Are melted into air, into thin air:
And, like the baseless fabric of this vision,
The cloud-capp’d towers, the gorgeous palaces,
The solemn temples, the great globe itself,
Ye all which it inherit, shall dissolve 1885
And, like this insubstantial pageant faded,
Leave not a rack behind. We are such stuff
As dreams are made on, and our little life
Is rounded with a sleep. Sir, I am vex’d;
Bear with my weakness; my, brain is troubled: 1890
Be not disturb’d with my infirmity:
If you be pleased, retire into my cell
And there repose: a turn or two I’ll walk,
To still my beating mind.

William Shakespeare

Nossos festejos terminaram. Como vos preveni,
eram espíritos todos esses atores;
dissiparam-se no ar, sim, no ar impalpável.
E tal como o grosseiro substrato desta vista,
as torres que se elevam para as nuvens, os palácios altivos,
as igrejas majestosas, o próprio globo imenso,
com tudo o que contém, hão de sumir-se,
como se deu com essa visão tênue,
sem deixarem vestígio. Somos feitos da matéria
dos sonhos; nossa vida pequenina
é cercada pelo sono.

Tradução Nélson Jahr Garcia

***

nota #2 Forbidden Planet Official Trailer #1 – Leslie Nielsen Movie (1956) HD

forbiddenplanet1055

Estados Unidos / 1956 • cor • 98 min / Direção Fred M. Wilcox / Produção Nicholas Nayfack / Roteiro Cyril Hume, Irving Block, Allen Adler / Elenco Walter Pidgeon, Anne Francis, Leslie Nielsen, Warren Stevens, Jack Kelly, Richard Anderson, Earl Holliman, Frankie Darro, George Wallace, Robert Dix / Género ficção científica / Música Bebe Barron, Louis Barron / Direção de arte Cedric Gibbons, Arthur Lonergan / Efeitos especiais A. Arnold Gillespie, Joshua Meador, Warren Newcombe, Irving G. Ries, Doug Hubbard / Figurino Walter Plunkett / Cinematografia George J. Folsey / Edição Ferris Webster / Companhia produtora Metro-Goldwyn-Maye

thx 1138

[seg] 12 de dezembro de 2016

«Século XXV. A humanidade vive abaixo da superfície da Terra, em uma sociedade onde os robôs são a força policial e as pessoas se divertem através da TV holográfica. Todas as pessoas tomam drogas diariamente, de forma a controlar as emoções e manter a paz. Além disto, o sexo é proibido por lei. Um dia o trabalhador THX 1138 (Robert Duvall) resolve parar de tomar suas drogas. Ele se apaixona por LUH 3417 (Maggie McOmie), sua colega de quarto, que engravida dele. Ao serem descobertos são enviados à prisão. Lá THX conhece o programador SEN 5241, que o ajuda a escapar. Ele parte então em busca de LUH, para que possam chegar à superfície do planeta.»

takes your part in the play…

[qua] 23 de novembro de 2016

mil demônios…

eu queria tanto fugir (era a sensação até bem pouco tempo atrás). mil demônios, uma legião de vozes… (pensei em poetizar essa porra… mas não) são tantas dúvidas sobre tantas coisas, e disto uma profunda angústia e um desconforto com o como tudo tem se (des)enrolado. é aquela sensação/questão que, de tempos em tempos, vem para tornar tudo terra arrasada: o que estou fazendo com a minha vida?

***

a insustentavel leveza do ser

e de repente ele se precipita abismo adentro e afunda num mergulho no vazio… não há fim… a percepção do tempo se esvazia… e as referências espaciais se distanciam… mas um porém, na queda, enquanto se contempla o nada… em alguns momento, aquilo de um instante antes que o coração apague (pela ameaça que seu cérebro sente quando da falta de peso sobre os ossos na vertiginosa queda) a gente acorda: calma.. o mundo não essa bosta toda.

não te culpes.

sai dessa mania de sofrência. as vezes as coisas não saem como queres, e noutras não és obrigado a fazer o que deves. e quase sempre aceites o que podes. e fim… vai caminhar, ler um bom livro. vá ao cinema… beba um cerveja, um vinho… faça um trilha… arrume a casa, conserte a bicicleta… vá para uma ocupação, faça um curso… aprenda um novo idioma…

sei lá.

***

down down

«takes your part in the play
it all weighs
like running away
to the edge of the world
then watching it curl
and you’re back in the same old place
it all weighs you down
down down»luthea salom

isto é muito bonitinho. ouvido pela primeira vez no gostoso filme espanhol requisitos para ser una persona normal. uma comedia romántica de 2015 dirigida por Leticia Dolera e protagonizada por Leticia Dolera e Manuel Burque.

***

eu quero paz

por que está grudada como chiclete… e pego-me cantarolando, quase de forma automática, versos dessa canção, por ontem… de onde veio? não sei. por que veio a tona? não sei. não houvi a canção por esses dias… mas ela está ai… talvez alguma conexão em algum ponto tenha sido feita… mas qual? que pensamento? que sensação? que melodia? que imagem? que conexão há dessa canção/album/banda com minhas emoções atuais?!

«Paz, eu quero paz
Já me cansei de ser a ultima a saber de ti»- marcelo camelo

***

PS: RECADO IMPORTANTE: SEU ANIMAL… NÃO PUBLIQUE ANTES DE TERMINAR DE ESCREVER. AVISO DE EDIÇÃO PARA CADA VÍRGULA E ACENTO E PEDAÇO DE PALAVRAS E NOVA REDAÇÃO E ACRÉSCIMOS QUE VC COLOCA É MUITO CHATO.

tudo vai ficar da cor que você quiser

[sáb] 16 de janeiro de 2016

«TUDO É PEQUENO
A fama
A lama
O lince hipnotizando a iguana

O que é grande
É a arte
Há vida em Marte.»
Poema de Rodrigo de Souza Leão

mais sobre rodrigo>> Sossega, Leão, por Ronaldo Bressane; ou no próprio documentário de Letícia Simões [por onde cheguei no Rodrigo], Tudo vai ficar da cor que você quiser

o despertar da força…

[qui] 7 de janeiro de 2016

estou a quase quinze dias revirando as coisas… turvei as coisas. deixei as matérias em suspensão. estou todo desfocado…

mas hoje, com o sol na casa oito, e a lua também… fui curtir minha solidão no cinema. às sete horas do dia sete assistia ao sétimo star wars.

la medianera

[seg] 4 de janeiro de 2016

«Todos los edificios, absolutamente todos tienen una cara inútil, inservible, que no da ni al frente ni al contrafrente, la medianera. Superficies enormes, que nos dividen y nos recuerdan el paso del tiempo, el smog y la mugre de la ciudad. Las medianeras muestran nuestro costado más miserable, reflejan la inconstancia, las grietas, las soluciones provisorias. Es la basura que escondemos debajo de la alfombra, solo nos acordamos de ella excepcionalmente, cuando vulneradas por las inclemencias del tiempo dejan infiltrar sus reclamos. Las medianeras se han convertido en un medio mas de la publicidad, que en raras excepciones han logrado embellecerlas. Por lo general, son dudosas indicaciones que nos separan de los grandes supermercados o de las comidas rápidas, anuncios de lotería que nos prometen mucho a cambio de casi nada, etc etc etc. Aunque últimamente nos recuerdan la terrible crisis que nos dejo así, desocupados. Los aire acondicionados son unas erupciones irregulares que padecen las medianeras producto de la antigüedad de los edificios que no contemplaban sistemas de refrigeración adecuados para una ciudad cada vez más calurosa. Contra toda la opresión que significa vivir en estas cajas de zapatos, existe una salida, una vía de escape, ilegal, como todas las vías de escape. En clara contravención al código de planificación urbana, se abren unas minúsculas, irregulares e irresponsables ventanas que permiten que unos milagrosos rayos de luz iluminen la oscuridad en la que vivimos. Este es mi dúplex, esta soy yo, MARIANA. Avenida Santa Fé. 1107. 8vo. 810.»

extraído daqui, que por sua vez extraiu do belo filme medianeiras.

e essa outra passagem de outro filme visto hoje mais cedo…

«No templo há uma poesia chamada “A Perda”, entalhada na pedra.
Ela consiste de 3 palavras que foram rasuradas pelo poeta.
Não se pode ler “A Perda”.
Só senti-la.»

warhol, basquiat e abe lincoln

[sex] 1 de janeiro de 2016

dois fragmentos do documentário visto warhol, basquiat and me – a primeira e a última frase. e um excerto de um seriado, citando abraham lincoln.

e que o ano comece…

«não tenho memória. cada dia é um novo dia, pois não me lembro do dia anterior. e cada minuto é como o primeiro minuto da minha vida. tento lembrar, mas não consigo. por isso casei com meu gravador. por isso ando com pessoas que tem mente de gravador.» Andy Warhol, 1978.

«alguns críticos me chamam de ‘o nada me pessoa’, e isso não ajudou minha noção de existência. então percebi que a existência em si não é nada, e me senti melhor. mas continuo obcecado com a ideia de me olhar no espelho e não ver ninguém. nada.» Andy Warhol, sem data.

e

«as empresas tem sido entronizadas e uma era de corrupção nos lugares mais altos se seguirá. o poder monetário do país se esforçará para prolongar o seu reinado, manipulando os preconceitos do povo, até que toda a riqueza esteja agregada nas mãos de poucos e a república esteja destruída.» Abraham Lincoln

mi viejo

[seg] 26 de janeiro de 2015

enquanto che anima-me… vai rapaz, acorda e levanta-te. brote vivo desta tua vida semi-morta de agora, e lute com e por todo o amor deste mundo contra o que faz este mundo doer.

«y si se nos dijera que somos casi unos románticos, que somos unos idealistas inveterados, que estamos pensando en cosas imposibles y que no se puede lograr de la masa de un pueblo el que sea casi un arquetipo humano, nosotros tenemos que le contestar, una y mil veces que sí, que sí se puede y tiene que ser así y debe ser así y será así, compañeros.» che guevara. extraído do documentário Che, um homem novo (Che, un hombre nuevo), de Tristán Bauer.

e de fundo, alfredo zitarrosa, com seu adagio em mí pais

en mi país, que tristeza, la pobreza y el rencor. / dice mi padre que ya llegará desde el fondo del tiempo otro tiempo / y me dice que el sol brillará sobre un pueblo que él sueña / labrando su verde solar. / En mi país que tristeza, la pobreza y el rencor. / tú no pediste la guerra, madre tierra, yo lo sé. / dice mi padre que un solo traidor puede con mil valientes; / él siente que el pueblo, en su inmenso dolor, / hoy se niega a beber en la fuente clara del honor. / tú no pediste la guerra, madre tierra, yo lo sé. / en mi país somos duros: el futuro lo dirá. / canta mi pueblo una canción de paz. / detrás de cada puerta está alerta mi pueblo; / y ya nadie podrá silenciar su canción / y mañana también cantará. / en mi país somos duros: el futuro lo dirá. / en mi país, que tibieza, cuando empieza a amanecer. / dice mi pueblo que puede leer en su mano de obrero el destino / y que no hay adivino ni rey que le pueda marcar el camino / que va a recorrer. / en mi país, que tibieza, cuando empieza a amanecer. / en mi país somos miles y miles de lágrimas y de fusiles, / un puño y un canto vibrante, / una llama encendida, un gigante / que grita: ¡adelante… adelante!

****

minhas notas soltas pelo papéis na casa:

#1

eu espero pelo amanhã.
mas então eu nunca chego.

#2

anteontem e ontem, dois dias inúteis.
cheirando a tédio profundo.

#3

e todo projeto é um anti-projeto. é uma desculpa para não começar o que não se sabe.

 

viajo porque preciso…

[sex] 16 de janeiro de 2015

de repente em frente ao espelho raspei o bigode, e no mesmo movimento arranquei parte do cabelo, fiz um moicano. e a bateria do aparelho acabou. parei… deixa o moicano estar… vamos ver até que dia dura. e bem na verdade, é uma vontade, muda, de mudar…

e li jornal pela tarde inteira, ou quase. pois foi dia de lavar roupa, arrumar o cabo da internet… limpar o quintal e assistir ao filme de karim ainouz e marcelo gomes. ver aqui: viajo porque preciso, volto porque te amo.

e no mais… enquanto testava o cabo encontrei isto que trás referências a isto.

tânatos

[qua] 22 de janeiro de 2014

«Muito cedo, ele já aprendera o buraco que a linguagem deixa dentro de cada indivíduo.»

tempos atrás, a terapeuta sugeriu o filme ‘perfume, a história de um assassino’. eu já havia visto, e tentei ver novamente para ver se teria um lampejo sobre que raios ela me sugeriu este filme… vi partes, sou desorganizado… e neste ano lembrei do filme, e por acaso, hoje foi o dia de vê-lo. a frase acima e a análise sociológica de onde ela foi extraída são bem bacanas. e abaixo o poema de álvaro de campos – começo a conhecer-me. e concluindo estas poucas linhas, sinto que não há nada mais profundo em mim… e se há, não sei dizer. calo-me. fim.

«Começo a Conhecer-me. Não Existo

Começo a conhecer-me. Não existo. 
Sou o intervalo entre o que desejo ser e os outros me fizeram, 
ou metade desse intervalo, porque também há vida … 
Sou isso, enfim … 
Apague a luz, feche a porta e deixe de ter barulhos de chinelos no corredor. 
Fique eu no quarto só com o grande sossego de mim mesmo. 
É um universo barato.

Álvaro de Campos, in ‘Poemas’
Heterônimo de Fernando Pessoa»

cima, cima, baixo, baixo, esquerda, direita, esquerda, direita, a, b, entre!

[qui] 24 de janeiro de 2013

Antes que o sono tome conta… ma’rápido vo’screve’ algumas linhas.

#1 este texto poderia ser divido em vários… e alguém me liga agora: podê sê… bicho do mato, pego violão e vou, me jogo…

Mas antes para não esquecer detona ralph e izabel e Julio Cortázar falando sobre os Cronópios e as Famas e as Esperanças e já esqueci… fui.

pense duas vezes antes de esquecer

[seg] 2 de janeiro de 2012

paris, texas. 8½ novamente. e muita música bacana. é bacana. não errou nenhuma palavra até então. escreveu um poema. há muito não fazia isto. talvez a inspiração de sábado cedo. talvez a vontade de voltar a viver. e limpou a varanda, o banheiro e a sala. o dia passou assim rápido e cheio de sonhos e realizações. somos diferentes e temos todo o direito de sê-lo. vou te responder agora. vou lançar meu endereço para eles. vou começar um canteiro. queria um dia de sol. tenho um frio danado na barriga. a barriga vai grande. vinte quilos acima. e ai, coração? continuo escrevendo sobre… acho que quando o sobre tornar-se não precisarei escrever mais sobre. sabes?

trilhas sonora das últimas semanas: criolo. arnaldo. jeneci. tulipa.

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