Archive for the '13' Category

absens

[seg] 13 de novembro de 2017

dia cheio… acordei com uma planejamento. não fiz nada… mas trabalhei o dia inteiro na construção da casa… e pela noite, não fui para escola, porque não pus em dia, durante o dia, as tarefas necessárias para a noite, e porque estava exausto.

mas a casa vai ficando com cara de casa…

vou fazer uma lista das vezes que faltei e registrei aqui este ano:

2017/10/16/ *  2017/08/22/  *  2017/04/28/  *  2017/04/20/  *  2017/03/13/

há mais faltas… algumas compensadas, outras não registradas.

isto fica feliz em ser útil

[qua] 13 de setembro de 2017

ao acordar cedo… o homem bicentenário. 

«01:58:57,412 –> 01:59:03,503
Como pode ver, presidente,
não sou mais imortal.
01:59:05,380 –> 01:59:07,966
Tomou providências para morrer?
01:59:08,175 –> 01:59:10,678
De certa forma, sim.
01:59:11,804 –> 01:59:15,433
Estou envelhecendo,
e meu corpo…
01:59:15,642 –> 01:59:17,978
…está se deteriorando.
01:59:18,186 –> 01:59:23,860
Como o de vocês,
vai parar de funcionar.
01:59:25,570 –> 01:59:30,534
Na condição de robô,
poderia ter vivido para sempre.
01:59:32,119 –> 01:59:38,001
Mas digo a todos vocês que
prefiro morrer como homem..
01:59:38,210 –> 01:59:42,548
…a viver eternamente
como máquina.
01:59:45,635 –> 01:59:48,472
Por que quer fazer isso?
01:59:49,598 –> 01:59:52,018
Para ser reconhecido…
01:59:52,226 –> 01:59:55,313
…por quem sou e pelo que sou…
01:59:55,522 –> 01:59:58,942
…nada mais, nada menos.
01:59:59,109 –> 02:00:02,196
Não é por fama
nem aprovação…
02:00:03,239 –> 02:00:07,035
…mas pela simples verdade
de tal reconhecimento.
02:00:07,244 –> 02:00:11,373
Foi o impulso elementar
de minha existência.
02:00:11,582 –> 02:00:15,461
Devo alcançar isso vivendo…
02:00:15,670 –> 02:00:19,007
…ou morrendo com dignidade.»

e não são nem cinco horas da manhã.

e antes das seis eu viro uma máquina… corrigir… corrigir… manhã alternada entre aulas e avaliações. corrigir… recuperar o não produzido.

tarde… aulas e avaliações. e o estresse do louco que resolve fechar uma baseado na minha aula… que merda.

noite… aulas e avaliações. ufa. fechou.

***

«Actum nihil dicitur cum aliquid superest ad agendum – Nada se diz “feito” quando resta alguma coisa a se fazer.»

a morte do garapuvu e outras coisas da semana passada

[seg] 13 de março de 2017

e eis que vem a tempestade e faz com que eu sai do lugar.

essa semana foi meio a toque de caixa: depois do meu estresse na segunda… acho que eu joguei a tolha pro resto da semana, cansei de tudo e todos.

terça-feira, fiz um exercício para colocar na roda o debate sobre as entidades democráticas… o calcanhar de aquiles, porque teoria sem prática não funciona… e tem um monte dessas pessoinhas que sacam isto.

na quarta-feira, matei assembleia e matei o pré-acordo feito de pegar as aulas do professor marcos. não fui pra lugar nenhum pela tarde, apenas caminhei com minha mãe, conversamos sobre coisas da vida, tivemos um pouco de paz. e pela noite foi a melhor aula do ano, tema: 8 de março, ou as coisas são o que são porque são naturais/normais ou são socialmente construídas, historicamente estruturadas, cultural e ideologicamente significadas… logo podem ser combatidas, construídas, destruídas… nada é natural.

quinta-feira… foi o dia da espera. 1 aula pela tarde. 1 aula pela noite. e nas duas ultimas assembleia escolar. essa foi boicotada pela direção ao dispensar os estudantes… e até por mim, ao não construir com os pais.

sexta-feira… na sequência de passar atividades e não dar aula expositiva, intuido que é nesses dias que eu mais me estresso, e eu não queria me estressar… já tinha atingido minha cota máxima na segunda-feira. quatro aulas pela tarde e cinco aulas pela noite. passou rápido.

sábado… um filme, NISE. e fiz babaganoush, e passei o dia de boa… me enrolando.

domingo… eu tinha que estudar, preparar as aulas dos terceiros, que é pra segunda-feira cedo, no mínimo. e o que fiz… nada até a tempestade chegar, destelhar minha casa e me obrigar a fazer uma faxina. e a tristeza maior foi que caiu um galho do ingazeiro e o garapuvu foi partido ao meio. morreu meu garapuvu. senti um dor no peito.

segunda-feira… uma da madrugada. organizar o juri simulado, preparar lista de exercício… daqui a 6 horas saio de casa. em 7 estou em sala… mas em compensação 10h30 da manhã já estou liberado. plano do dia: dormir pela tarde. preparar material para tirar líderes de turma, exceto os terceiros.

cama

[seg] 13 de fevereiro de 2017

oficialmente: doente.

auto-orientação: cama, medicamentos e cama.

ps: primeira falta do ano.

mas quando eu estiver morto suplico que não me mate

[sex] 13 de janeiro de 2017

PELA MANHÃ

acordei assim,
sentimental,
meio perdido em mim.
o que é um tanto normal,
um lugar cotidiano.
e me peguei olhando nossas fotos,
um dia desses,
e o que era ontem,
hoje é tão distante.
você tem um sorriso bonito,
vai contente,
meus olhos uma lágrima,
por não poder ser
constante,
por que eu preciso tanto me esconder?
e desses fotogramas,
fragmentos da memória,
desatam um misto de saudade do que fomos,
porque por alguma fração do tempo fomos felizes.
meus olhos quase verdes iam dentro de ti,
eu te amei tanto,
que por um instante
acreditei em mim.
tua graça, tão única,
foi capaz de romper
a minha dura casca
a minha mudez
essa minha tristeza.
essa loucura,
essa mortal insensatez.
e por tudo isto,
te amei.
no instante que fui contigo,
fui muito além do que sozinho
um dia poderei ser.

***

nessa semana tudo ficou em suspensão. lá no fundo da memória emergiu uma canção: «Se fiquei esperando meu amor passar / já me basta que então eu não sabia amar / e me via perdido e vivendo em erro / sem querer me machucar de novo / por culpa do amor / … / Se fiquei esperando meu amor passar / já me basta que estava então longe de sereno / e fiquei tanto tempo duvidando de mim / por fazer amor fazer sentido…»

***

o título vem dessa canção: Sutilmente / Composição: Nando Reis e Samuel Rosa / E quando eu estiver triste / Simplesmente me abrace / Quando eu estiver louco / Subitamente se afaste / Quando eu estiver fogo / Suavemente se encaixe / E quando eu estiver triste / Simplesmente me abrace / E quando eu estiver louco / Subitamente se afaste / E quando eu estiver bobo / Sutilmente disfarce / Mas quando eu estiver morto / Suplico que não me mate, não / Dentro de ti, dentro de ti / Mesmo que o mundo acabe, enfim / Dentro de tudo que cabe em ti / Mesmo que o mundo acabe, enfim / Dentro de tudo que cabe em ti.

PELA TARDE: não se demore por cá, vá.

_____

adendo: pelo meio da tarde lá vou eu. gordo, careca, com dermatite no meio da face, depois de dias esperando, ou seria um mês, determinado para resolver seja lá o que for… mas quando chego, problema 1. descubro que preciso pagar em cash, n]ao tenho cash. mas tem cartão, basta um caixa e um saque. problema dois… fila gigante. problema três… banco fora do ar. problema quatro, sistema voltou…, mas eis que percebo que meu cartão venceu em dezembro. que bosta… agora é voltar e recomeçar amanhã. e visitar o banco segunda.

o lado bom é que enfim resolvi ler agualusa e seu teoria geral do esquecimento.

_____

notaderodapé: hoje é aniversário de meu irmão.

un instante preciso

[qui] 13 de outubro de 2016

quinta-feira

check in: diário online do professor, ok. listo. adeus terceiro bimestre.

seminário de ciências humanas na escola… keep going… e senti aquela sensação gostosa de movimento, de sair da zona de conforto… convidar pessoas, organizar intervenções multiplas, reunir pessoas…

quarto bimestrevoilá… chega ai. tenho uma quinta-feira (hoje) de folga pra te organizar. vish… essas pessoas que trabalham na sua hora de folga…

ufsc, ok. cento e vinte cinco paus pagos via bb. e a dúvida entre Serviço Social e Letras… Letras.

***

nota de fundo: o facebook me recorda disto, un instante antes…

e disto vou a isto…

«Que el soneto…». Jorge Drexler
Que El Soneto Nos Tome Por Sorpresa
Jorge Drexler

Entrar en este verso como el viento,
que mueve sin propósito la arena,
como quien baila que se mueve apenas,
por el mero placer del movimiento.

Sin pretensiones, sin predicamento,
como un eco que sin querer resuena,
dejar que cada sílaba en la oncena
encuentre su lugar y su momento.

Que el soneto nos tome por sorpresa,
como si fuera un hecho consumado,
como nos toman los rompecabezas,

que sin saberlo, nacen ensamblados.
Así el amor, igual que un verso empieza,
sin entender desde donde ha llegado

***

e a isto… un instante preciso.

***

vou ver gaudí…

***

48 sem o poeta Manuel Bandeira (13 de outubro de 1968)

 

up in the air

[ter] 13 de setembro de 2016

por quoi je ne pas pense a çá avant

[qua] 13 de julho de 2016

«por cargas d’água, por que que eu não pensei nisso antes» Itamar Assumpção.

Doravante, mergulhar neste ita… mar. e em todos os seus absurdamente belos e geniais álbuns.

ps: enquanto preparo a provinha de hoje, para os miúdos do primeiro ano, sobre instituições sociais e socialização.

ps: sítio interessante, com boas leituras: https://gz.diarioliberdade.org/index.php

dawn patrol

[seg] 13 de junho de 2016

parte substantiva de mim recusa-se a fazer qualquer coisa obrigatória. vontade vertiginosa de ficar aleatório.  e mais uma semana começa, em 3, 2, 1…

don’t get too close, it’s dark inside, it’s where my demons hide…

[qua] 13 de abril de 2016

no aleatório

terça foi exaustivo. hoje, foi cansativo… faltou luz pela tarde. e agora tenho que finalizar o plano de ensino e preparar duas provas… e ainda organizar o material para logo mais cedo… para um dia de trabalho que vai das 7h50 até as 22h00.

e pensar que sábado ainda tem que bater ponto na escola… argh…

e aqui o terreno vai com o mato pela altura da cintura, com entulhos da obra, o quarto todo amontoado… as roupas por lavar… a chuva que não deixa… a sala uma bagunça… o banheiro esperando o azulejo e piso… e eu querendo uma semana de fuga. estou mais cansado e estressado que o normal.

 

moça do olho de peixe

[dom] 13 de dezembro de 2015

a distância do tempo para as composições
limpei o quarto e encontrei o poema perdido…
lá do dia 7/8 de novembro. e vai com o ficou.

“olho de peixe
vai contra a luz do céu
sua /com/posição…

e seu olhar é um borrão
de um azul acinzentado
e opaco

na rede do sua mirada
enviesada,
que rasga a paisagem,
empaco.

desvio
intento,
escapo

ilusão de óptica
fisgado:
nas suas alpargatas jeans,
nos seus rasgos na calça,
no seu borrão azul,
moça de olho de peixe.

vargem grande/sambaqui. 7-8/11/2015

e há estes outros:

#1 um haikai

zona de respiro

[dom] 13 de setembro de 2015

dezoito e vinte e sete… os pensamentos giram, e na rádio toca sérgio britto e rita lee, purabossanova… e nos primeiros acordes me deu uma vontade de chorar, assim… só para vazar isto que vai dentro de você.

e aquela questão: por que as vezes é tão difícil respirar?

 

des(encarnando) em busca da apocatástase

[qui] 13 de agosto de 2015

«a se soubesse que cérbero, a devorar minha carne, mantem-me cativo neste submundo…»

umas duas ou três palavras para refletir… tenho preferido o silêncio [e a solidão, que para uns é física, mas sobretudo, para todos, é emocional]. oscilo entre avanços e recuos… exaustivamente são mais recuos que avanços. e ao passo que o novo sempre apavora-me e instiga, o conhecido [o velho hábito] me assusta tanto pela sua monstruosidade… e o presente asfixia qualquer vida.

tenho me esforçado para manter o que há… esse simulacro de algo parecido com uma vida ordinária. só que nestes dois últimos meses, tenho me sentido tão mal, tão cínico, um falseador… descrente e sem ganas de enfrentar a estupidez cotidiana. e a ressaca moral de duvidar tudo e de mim me arrasta para um limbo, um poço fundo de angústias e amargura. sei, ou apenas intuo, que ali na frente as coisas vão se clarear e irei acreditar novamente na humanidade, nisto que há nos outros, e sobretudo eu mim. mas por agora sou apenas uma coisa grotesca, e não há carinho para ninguém… apenas o fel que escorre de minha boca. quando eu amo, me perco profundo no desconhecido e renasço. quando eu temo, me perco nesta minha escuridão e morro por cá. e a vida cíclica, ou quase, vai… morrendo, nascendo… morrendo… morrendo. morr..

ps: hoje teve um misto de conselho de classe/reunião pedagógica na escola. não fiquei deprimido pois estive por lá trajado com minha armadura cínica. e de todas as falas dos profissionais da educação, o que mais me aterroriza é saber que perigo correm os jovens diariamente… o perigo não está em tentarem arrombar a grade para fugir da escola… o perigo é ao que estão submetidos em sala com essa gente. estou descrente disto tudo. e ponto…

só me resta ouvir [infinitamente] caetano:

***

«a voz de alguém, quando vem do coração
de quem mantém toda a pureza da natureza
onde não há pecado nem perdão» caetano veloso

rolo de câmera (i don’t know why i didn’t come…)

[seg] 13 de julho de 2015

primeiro ponto. rádio ligado. todo se transforma… ‘cada uno da lo que recibe y luego recibe lo que da. nada es más simple, no hay otra norma. nada se pierde, todo se transforma’.  E é necessário fazer o inventário de a quanto anda as correções e avaliações, porque nesta ultima semana… passei aéreo.

segundo ponto. flickr online… acabei de subir as mais de sete mil fotos, poucas são minhas. mas ainda faltam aquelas 262 salvas em emails no gmail… já que as que ficaram pelos velhos hard disk estão perdidas para sempre [ps.: sou um especialista em quebrar coisas frágeis]. e toca na rádio… ‘um homem com uma dor, é muito mais elegante… caminha assim de lado como se chegando atrasado andasse mais adiante…

terceiro ponto. meus dedos, dos pés as mãos estão cheios de espinhos. tirei sábado e domingo para limpar o quintal… e espetar-me nos espinhos que cresciam em torno de mim. o mate esfria, já são quase duas horas e em menos de três horas tenho que partir rumo a escola. e agora toca: ‘please read the letter, i wrote it in my sleep with help and consultation from the angels of the deep… once I stood beside a well of many words… please read my letter and promise you’ll keep the secrets and the memories and cherish in the deep‘.

quarto ponto… o tempo voa. eu flutuo. é como se o mundo ali fora fosse numa velocidade e eu aqui neste andamento largo… esticando este tempo elástico… e as vezes percebo que falta tempo para as pessoas, e para outros projetos…. mas antes, ou depois, preciso voltar ao meu emprego, e trabalhar as questões pedagógicas e políticas. acordei pensando [ou pensando, acordei… ] que preciso de:

foco-4304

 

 

 

 

 

***

E a música de fundo: Simples Assim, Lenine e Dudu Falcão.

Do alto da arrogância qualquer homem
Se imagina muito mais do que consegue ser
É que vendo lá de cima, ilusão que lhe domina
Diz que pode muito antes de querer
Querer não é questão, não justifica o fim
Pra quê complicação, é simples assim

Focado no seu mundo qualquer homem
Imagina muito menos do que pode ver
No escuro do seu quarto ignoro o céu lá fora
E fica claro que ele não quer perceber
Viver é uma questão de inicio, meio e fim
Pra quê a solidão, é simples assim

É, eu ando em busca dessa tal simplicidade
É, não deve ser tão complicado assim
É, se eu acredito, é minha verdade
É simples assim
E a vida continua surpreendentemente bela
Mesmo quando nada nos sorri
E a gente ainda insiste em ter alguma confiança
Num futuro que ainda está por vir
Viver é uma paixão do inicio, meio ao fim

Pra quê complicação, é simples assim
É, eu ando em busca dessa tal simplicidade
É, não deve ser tão complicado assim
É, se eu acredito, é minha verdade
Eu vivo essa paixão do inicio, meio ao fim
Pra quê a solidão, é simples assim
Eu vivo essa paixão do inicio, meio ao fim
Pra quê complicação, é simples assim

***

e a música de abertura:

Pat Metheny – Don’t Know Why

 

terras de xisto

[sáb] 13 de junho de 2015

 

notas soltas….

#1 nas terras de xisto eu ando aislado. eu e um diamante negro.

#2 zenfone em casa e um sim cortado em lugar errado.

#3 estamos incomunicáveis…

#4 e hoje tem festa junina na escola! mas se chover… a pretensão é/era não ir, e fazer um programa outro.

ps: conseguir fernet branca. e ler o material que a ana  me enviou, e avisar à carlota que o livro chegou. e milhares de outras coisas… mas estou em modo slow. deixa estar.

el universo visto por el ojo de la cerradura

[seg] 13 de abril de 2015

utopia

«Desde que era gurí, supe que en el Paraíso no existía la memoria. Adán y Eva no tenían pasado.
¿Se puede vivir cada día como si fuera el primero?» Eduardo Galeano.

Galeano, fallecido hoy a los 74 años. Hasta Siempre camarada Galeano.

PS: Coletados por ai

[Na parede de um botequim de Madri, um cartaz avisa: Proibido cantar. Na parede do aeroporto do Rio de Janeiro, um aviso informa: É proibido brincar com os carrinhos porta-bagagem. Ou seja: Ainda existe gente que canta, ainda existe gente que brinca.
(Eduardo Galeano)]

galeano2

***

E aqui, nesta ilha, o sol brilha tão intensamente que meus olhos ardem. Habito a escuridão por estes dias. Tudo em silêncio. O mundo ali fora é tão distante. Estou disperso… Revisando ideias, ponderando sobre o universo sem saber ao certo onde estou nisto tudo… O silêncio profundo me guarda. E eu não sei muito convencer os outros quando profundamente não sei ao certo. Eu apenas resisto neste mundo. Eu sou marginal. E essa vida é tão curta.

E sexta-feira foi um dia bom… De luta e gentilezas.

E final de semana foi de arrumação… E arrumei quase nada.

***

O por cá também, o clima anda tenso… Meu irmão tem um meningioma calcificado causando uma lesão parieto occipital. Aquela suspensão e aquela angustia no peito quando seu irmãozinho vai ter que passar por uma cirurgia cerebral para a retirada de um tumor… Mas tudo vai dar certo. Pensamento positivo.

sugar cane fields forever

[ter] 13 de janeiro de 2015

nota #1 bebi mais cervejas em dois dias [ontem e hoje] do que o ano passado inteiro.

nota #2 nestes últimos dias tem aumentado seriamente o número de aporrinhações com izabel [pré-adolescência já, bah].

nota #3 hoje é o aniversário do meu irmão. ajudando a montar durante o dia e na noite há o evento, com festa e bandinha tocando no quintal. dou uma passada, revejo o povo, troco uma ideia e ‘bora para cama…

nota #4 música de fundo [aquelas frases que ficam grudadas na cabeça… excerto abaixo]

«Vem
Comigo no trem da Leste
Peste, vem no trem
pra buranhém, pra buranhém, Pra Buranhém-nhém-nhém
pra buranhém, pra buranhém, Pra Buranhém-nhém-nhém,
pra buranhém, pra buranhém, Pra Buranhém-nhém-nhém,
pra buranhém, pra buranhém, Pra Buranhém-nhém-nhém»

nota #5 o reggae ali de fundo canta… liberdade para dentro da cabeça… 

nota # 6 e, ás vezes, me falta alguma liberdade de ser… enquanto o mundo todo parte, eu ancoro por cá, neste sem saber ir e sem saber ficar.

e manoel se foi…

[qui] 13 de novembro de 2014

e manoel se foi.

aos noventa e sete, esse menino virou borboleta. seguirá, assim, renovando o mundo, fazendo o “verbo pegar delírio”

***

ps: ontem, primeira oficina do grupo de teatro da escola. compareceram doze alunos, eu, como professor, e os colegas da udesc que ministram a oficina. fazer parte deste grupo foi/é/será tão gratificante… educação passar por ai… potencializar seres humanos para que voem… libertem-se…

ps dois: as avaliações sobre o projeto tema livre… aquele em que tentei me desfazer dos meus medos e deixá-los mais soltos, mais envoltos… foi positiva em alguns aspectos e angustiantes em outros. salutar foi a liberdade sentida por alguns, e como isto potencializa seus exercícios de curiosidades… por outros, muitos grupos acabaram optando por permanecer na zona de conforto, não arriscando-se e fazendo o mais do mesmo. e outros… nem. mas aprendo com meus erros e vacilos. isto não significa que eu não voltarei a comete-los…

a picada

[qui] 13 de fevereiro de 2014

Quinta (madrugada)… Agora é um vermelhidão, levemente querendo necrosar… está quente e coça demais. Ontem,  quarta-feira, (noite), completaram-se 48 horas desde a sensação da picada. E acordei mais cedo que habitual nesta quarta-feira (manhã), dormindo apenas 4 horas, pois o caraço havia se avolumado e estava desconfortável… Na terça (tarde e noite), parecia uma picada normal de mosquito, daquelas que geram um leve inchaço e horas depois desfazem-se naturalmente… Inicialmente pareceu um mosquito, ou algo do gênero, mas persistência daquela inflamação leve na terça, com o aumento do caroço, e a leve piora ao longo das horas alertam – chega de ouvir conselho e postergar… Devo seguir minha intuição e ir ao médico, ao menos tomar uma antialérgica. E ainda bem que amanhã estarei de folga, haja visto que as aulas foram, de fato, adiadas para o dia 17. Logo mais devo ir ao médico… Sei que vai demorar para sarar… Sei que vai me incomodar durante alguns dias essa picada. Agora é identificar a origem e gravidade (pelo monitoramento que estou fazendo não parece ser de aranha venosa, já que pelos relatos a evolução é aguda, e no meu caso é mais suave – mas…). Mas é melhor ir, e torcer para que seja apenas uma situação chata, mas não perigosa.

Lembrete: Algumas situações negligenciadas precisão ser sanadas imediatamente, após a recuperação desta ferida.

crônicas mínimas dos dias mínimos

[qua] 13 de novembro de 2013

da série:
crônicas mínimas dos dias mínimos:
tarde:

ô calor infernal… não gosto de ti. sinto saudade é do vento sul que chega todo intenso e abraça, encrespa o mar e o cabelo, dando aquela sensação de frio na medida certa… queria tudo meio cinza ressacado, até azul, mas não esse dourado encarnado desidratando tudo e todos. quando eu digo que sou muito quente as pessoas ainda acham que eu estou brincando…

noite:

último dia de conteúdo novo em sala, agora é criar e recriar um pouco sobre ele, se apropriar, mensurar, colorir e resignificar até dezembro. mas saio de todas as turmas com aquele gosto de “bem que podia ter mais umas duas ou três semanas de aula assim… sabe aqueles dias que as coisas fluem, o jogo anda… todos na mesma sincronia.

into darkness

[dom] 13 de outubro de 2013

cara estranho…

azul cruzeiro é a cor do quarto – ou da metade ainda…

exausto após uma noite/madrugada de trabalho… hora de dormir.

todo vagão tem um pouco de navio negreiro

[seg] 13 de maio de 2013

pelos dois sentidos: #1 – operário. trabalhador. aquele que faz. “vagão” foi um dos tantos apelidos carinhos que tive na vida. é sou um vagner grande. e na origem do sobrenome há uma relação já que wagner, aquele que faz vagões ou carroças. mas o meu vagão não era por isto não.

#2 – operários, trabalhadores, aqueles que lutam! porque carrego consciência dos que foram humilhados, explorados e dominados e resistem, lutam, pelo fim de toda injustiça. 125 anos de abolição e ainda hoje estamos nesta nau…

todo vagão tem um pouco de navio negreiro” – Bruno Perê, por sua vez, adiciona em seu grafite a frase “todo vagão tem um pouco de navio negreiro” em clara referência ao escritor baiano, Castro Alves, e também a uma canção do Rapa, “todo camburão tem um pouco de navio negreiro”. A crítica de Perê é bastante clara e aguda, referindo-se ao perfil de passageiros transportados diariamente pelas linhas de trens e metrô de São Paulo e às condições de seu transporte. Em uma só frase o grafite nos coloca a refletir sobre a exploração dos indivíduos que se deslocam dezenas de quilômetros diariamente através destes vagões, nas condições deploráveis características deste transporte público, apenas porque não lhes resta outra opção para sobreviver a não ser se deixarem explorar pelos novos feitores do século XXI: os capitalistas. texto extraído de http://umhistoriador.wordpress.com/. ler aqui e aqui.

trapo

[sáb] 13 de outubro de 2012

14:oo. Uma página em branco nunca é uma página em branco. Sempre há “vastas emoções e pensamentos imperfeitos”, não exatamente como no romance de Rubem, mas ao efeito imagético que este título remete. Do romance não recordo.

14:14. Digressões hipertextuais serão omitidas. O que de importante fica é que a página em branco nunca é uma página em branco. A omissão de caracteres de forma proposital ou não… texto chato.

14:51. Sei lá… começo a pensar e tento escrever e tudo para soar falso ou sem aquela profundidade dramática que me põe no centro do turbilhão. Mas será que há este drama, assim, vero, ou é só fantasia para tornar tudo o que é simples em tragédia, onde sou antagonista e herói desta minha ilusória narrativa, ou pseudo narrativa, ou coleção de fragmentos desconexos, tal qual ilhas, que esta canoa margeai a deriva… não saber concretamente o que farei ano próximo me angustia, a necessidade de construir planos alternativos (cursos), que são isto mesmo, alternativos diante deste quadro…

15:00. Mas é bem seguro não fazer nada enquanto as coisas não se definem. E se enquanto espero tomasse uma atitude além da espera, se agisse, se construísse a utopia, se fosse coletivo, se mergulhasse…. se saísse, se não estivesse cá, se escrevesse, se sei lá… lá…. lá…

15:03. Uma página em branco nunca é uma paágina em branco…

15:31. nada feito. publicar-se isto assim mesmo.

defesa escandinava

[ter] 13 de dezembro de 2011

enfim, só.

se é o que se é. se dá o que se recebe e se recebe o que se dá. ontem choveu. ontem, ou hoje ainda… já que não dormi e as horas passam mas o fluxo consciente é uno e só será amanhã quando o descanso houver… ontem, ou hoje ainda… estive aqui por vários momentos afim de estruturar com certa lógica os pensamentos e desejos destes últimos dias. mas lá se vão doze horas e só agora – será que agora dá? – algum verbo.

enfim, só.

e amanhã, ou daqui a poucas horas, é dia de cortar cabelo, adquirir tinta para casa, tecido para o teto, tela para o sol, luminária para as leituras noturnas, pregos para a estrutura… e visitar diogo no hospital.

voltei a estudar xadrez… estou muito fraco e encontrei um companheiro enxadrista para brincar.

e tenho sentido saudade daquela vida da ufsc – principalmente quando encontro alguém que me faz recordar este momento eou principalmente nestes últimos dias – já que consertei o pc após mais de seis meses sem entrar diariamente na rede.

anseio também a vida docente e suporto a copa do próximo mês… já que é ela que me dará o sustento econômico para dezembro e janeiro. criei também um blogue para as coisas de maria izabel, uma tentativa de relatar e refletir sobre este nosso desenvolvimento enquanto filha-pai.

ando lendo makarenko, que fala sobre a educação do coletivo e isto me fez recordar várias espaços como o eiv e outros… e li livro sobre vigostki. tudo isto fez sentido para mim e penso em tentar o mestrado para educação. e até um curso de pedagogia… quem sabe em 2012. e sobre as ciências sociais… animo zero e nenhuma motivação para voltar e terminar o bacharel.

em novembro terminei de cavar e plantar e criei um jardim que cada dia fica mais bonito. é mágico ver a vida transformando-se cotidianamente. e a meta de 2012 é quitar o financiamento da casa e iniciar a ampliação estrutural da mesma e o necessário o sistema de tratamento de águas. mas no inverso de outros vou tentar uma vaga para o curso técnico de saneamento neste próximo domingo para eu mesmo projetar e executar. isto faz parte de um possível caminho a se trilhar futuramente já que me atrai muito a perspectiva de trato com uma tecnologia ecologicamente esclarecida e possível e quem sabe trabalhar no processo de educação ambiental… mas tem muito tempo pela frente ainda e muitos dias se passarão.

estou sozinho, tirando o paulo – colega de casa – e minha mãe, me falta aquelas conversas e as descobertas que os seres humanos são capaz de nos proporcionar. me cerquei numa rotina de casa-trabalho… onde só a leitura me tira do lugar comum que envolve todos no mesmo senso comum. sinto-me débil por este lado. pela ausência destes espaços efervescentes e também pela preguiça de movimentar-me. mas sinto-me bem por estar em paz, lendo bastante, realizando as pequenas coisas do cotidiano e convivendo mais próximo com meus familiares… tentando de alguma forma modificar a vida destes e a minha, lhes ensinando e aprendendo no mesmo processo. mas apesar deste ano ter sido muito bom e de um longo aprendizado não sei se suportaria viver nesta mesma rotina… quero agito, quero gente, quero experiências novas. quero viajar…

quem sabe voltar a escrever… já que há meses não brota um verbo deste bardo seco.

só pó de estrelas… um dia inteiro ouvindo jorge. isto é muito bom. fim da transmissão. até mais.

tudo é mais aleatório do que imaginamos

[sex] 13 de maio de 2011

Após domingo me pus compulsivamente a ouvir e ver saramago falar. Ao passo que me encanto com sua lucidez quando expõe sua visão de mundo – que compartilho. Todavia talvez venha um pouco daí essa sensação de peso… Esse ar púmbleo que tenho sentido nesta semana. Mas voltando para o mote deste inicio de texto que era para falar sobre a memória e como  isto me fez pensar neste blogue cá. Tenho me desfeito de tanta coisa material que me ligava ao passado recente que penso que só me sobraram algumas camisetas, os livros, um ou outro email e este blogue – e chego a conclusão que o título tem todo o sentido: este blogue é um bloco de notas ou apontamentos, como queiram, deste tempo vivido porque muitas coisas já dissiparam-se no ar e só as reencontro na caverna da memória quando volto cá e reencontro-me outro em outros tempos. Este blogue é para isto, por enquanto. É para não esquecer de algumas coisas.

E por que publicar? Outro dia respondo.

Nessa semana: quinta, quarta, terça, segunda… dias iguais. Ou melhor… mais ou menos iguais. Dias sem cinema sem fazer comida sem sair de casa (exceto para trabalhar na quarta-feira a noite) em que mexo e remexo a terra  (fiz uma escada e um caminho, aterrei e plantei grama) em que durmo muito me alimento em excesso e com as marias (segunda foi a luisa, na terça a izabel e hoje só a vó mesmo).

A grana está curta porque todo o fundo que eu vinha acumulando acabei direcionando às contas da comunidade (porque no fim é isto que somos… uma comunidade familiar habitando o mesmo terreno e tendo responsabilidades mútuas). É, voltei a sentir esse sentimento de certo pertencimento, nos bons e maus momentos. Fiz até um cronograma e levantamento de materiais para a realização de um tratamento para águas cinzas e negras da casa três e da casa quatro (minha e de paulo; e de izabel e mãe dela). Veremos quando meu pai voltar se mantenho esse sentimento… porque parte de mim diz: mergulha e agita esse lugar, esse povo… e parte diz para não brigar, para ir embora e não sofrer. «não fale, não discuta, não se abra, não pertença»

Outro elemento que tem causado rebuliço é o comportamento de Izabel. Sinto uma agressividade nela muito grande. E me sinto atado em como ajuda-la. Minha tática adotada desde setembro era, e vem sendo, não exigir dela mudanças drásticas e dar mais abertura para o toque, para o lúdico, para encorajamento e reflexão. Que mesmo com toda agressividade e repulsa e ausência afetiva manifesta pelos demais desta comunidade ela é um sujeito belo, forte e capaz e que tem o direito de existir, ter gostos, ter voz etc. Mas observar como nos tratamos e como meu pai, minha avó, meu irmão, minha cunha, e até a mãe dela, tratam este bichinho me dá um nó, um aperto, uma tristeza… Um sentimento de impotência. Não sou o pai [legal], e se fosse? Eu teria forças para fazer diferente?

Porque estar neste local, nesta casa, me coloca no centro dessa comunidade de não-emancipação, de frustrações, sentimento anti-éticos, rancores, agressividades, incompreensões… e mesmo com todo o esforço para manter-me sereno e concentrado no que realmente posso cambiar sou atraído para o centro ou órbita de algum problema nosso. E se eu pudesse ser o pai será que eu conseguiria afasta-la deste horror todo? será que é possível escapar deste terror? Chego a conclusão que no pé que as coisas estão não. Se fosse, talvez. Mas assim não posso. Hoje o pai dela levou ela para passear… Fiquei feliz por isto. Mas sei que amanhã a ausência da mãe dela, a ausência desse pai esporádico, e que as acusações e pressões dos outros para cima dela e de minha mãe estarão presente e que todos (Izabel, eu, minha mãe) sentiremos este mal estar. Esta estupidez.

O fato é que esse bichinho está sempre pronto para briga e para malcriação e para a manipulação [que é fruto de uma falta de educação por parte do pai legal e da mãe e de certa forma minha também, enquanto pai biológico]. E nem nossos abraços e momentos lúdicos juntos destes últimos meses conseguiram desarma-la ainda – porque não posso e de fato nem tenho como suprir o que os outros deixam de dar. É, talvez esse fato de ter dois pais e uma mãe – não muito certa da cabeça – e um meio circundante não muito amigável não dê esse senso de pertencimento, essa capacidade de entrega e de orientação. E venha daí esse sentimento de agressividade na sua forma de comportar-se, de brincar, de dar e receber carinho e atenção.

Foi muito o que senti essa semana… Essa sensação de impotência. Que o terror caminha sempre aqui por perto. E que o horror levo no peito cheio de marcas e cicatrizes. E que somos todos tristes.

Esse foi o tom dessa semana: Recolher-me e estar longe de todos.

Hoje é sexta-feira treze de lua. e faz um frio danada nesta ilha.

texto-base

[qua] 13 de abril de 2011

foi assim: de repente. ouviu-se passos que se aproximavam. eram estranhos. entendes?! e ele esmagou o pássaro com suas próprias mãos.

vou fugir de casa…

[dom] 13 de fevereiro de 2011

A gente sempre deve sair à rua como quem foge de casa, como se estivessem abertos diante de nós todos os caminhos do mundo. Não importa que os compromissos, as obrigações, estejam ali… Chegamos de muito longe, de alma aberta e coração cantando! Mario Quintana

li isto agora – quando buscava um nome de dez anos atrás. E juntei com as coisas que andam aqui no coração. E vou encaixotar os livros, pintar a casa, plantar a grama, limpar a bicicleta e sair… para o mundo. o vasto mundo que há em meio peito contraditoriamente transbordante e sedento de amor. E uma coisa que senti nesta minha empresa dos últimos dez dias que tem sido a construção do tanque de evapotranspiração, e destes últimos meses que é a construção da casa, ou destes últimos seis anos que é minha graduação, ou destes vinte e oito anos que minha idade… o final é lindo, mas o caminho até lá muitas vezes enche o saco, cansa, dói, mas também trás um prazer danado que se não estivermos abertos o perdemo. o final é lindo porque é o ideal, e por ser o ideal é abstrato. mas o meio é real e concreto, e quase sempre nos perdemos nas aparências… quando deveríamos de fato estarmos prestando atenção nas relações. nas nossas relações.

e de fundo… laura marling – mary

ps: tenho um certeza que tinha perdido no último ano. e essa certeza não é um caminho claro, com cada passo contado e pré-datado. é sim, de outra ordem, é aquela incerta e nebular certeza de que não sei ao certo onde estou indo mas que não estou perdido porque agora sei que posso caminhar… e estou indo meu bem. um dia passo por aí. por enquanto organizo a familia e uma festa surpresa à mãe.

não precisa mudar

[qua] 13 de outubro de 2010

e antes de dormir… lendo coisas de ontem e antes de ontem, me pergunto: por que tanto tempo para aceitar as dádivas da vida?!

ao som disto aqui ó. porque, sei não… mas bem me faz ouvir essa canção.

 

abstrato

[qua] 13 de outubro de 2010

e falei.  vi a lágrima. mas no fundo é bom libertar-se desses camundongos que tomamos por hipopótamos. e talvez sejam as paredes mais ou menos levantadas, ou a lua nova crescente no céu sem nuvens dando uma paz. ou talvez seja esse frio que faz a gente querer aconchego. e assim, sem saber exatamente de onde veio, foi-se a tristeza. e ficou esse desejo de fazer as coisas hoje.

leia

[qua] 13 de outubro de 2010
resumo da reunião por zeca pilon
 
«Domingo, dia do Senhor.
Descanso do trabalhador,
Entre sábado e segunda.
Album de Gal e Caetano.
 
Presentes: eu, tu, ele, nós, vós, eles.

Decisões tomadas. Aaaaaaaaaeeeeeeeeeeee!!!!

Novo encontro ­

18 de outubro de 2009

A partir das 11:00

Atividades:

Ajustes do Blog [http://oficinacs.wordpress.com/],

Escolha de temas,

Planejar exposição,

Intervenção didática,

Participação na Semana da Sociais,

nos intervalos, os filmes: pro dia nascer feliz e persépolis.

Com pizza, bebida e um fuminho.

Valeu a companhia, Camila, Fukuta, Raul e Tixa.»

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