de jeux et novalistés

[sáb] 20 de maio de 2017

Há rachaduras. Há frestas. Há risos. Há brechas.

Entre O fato e o fado, há os dados…

O tempo, o corpo e a queda. E na memória do futuro, apenas palavras dispersas. Não há sentido.

Perdido. Nenhum poema vai sair. Ando a pensar sobre a ansiedade. E a tristeza cotidiana. E neste exílio. E a dificuldade em escrever (concreta e metafórica…) me encerra aqui, do outro lado da tela.

 

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