false necessity

[sex] 2 de setembro de 2016

22h30 já em casa. as aulas da noite foram boas hoje. revisão. e na articulação… quem sabe role um evento de humanas na escola… algo como palestra/grupo de discussão/etc. os profs de hst mostraram-se receptivos… agora é jogar a ideia para o de filosofia e de geo.

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9h22′ citação, extraída do filme ‘meia noite em paris’ de woody allen

“Hemingway: Nunca escreverá bem se tiver medo de morrer.você tem? Gil: Eu diri que é provavelmente… talvez, meu maior medo. Hemingway: É algo que todos fizeram antes de você e todos farão. (…) Acredito que um amor verdadeiro e real cria uma trégua da morte, toda covardia vem de não amar ou não amar bem, o que dá na mesma. Quando um homem corajoso e verdadeiro olha a morte de frente como caçadores de rinoceronte, ou belmonte, que é muito corajoso  é porque ele ama com paixão o suficiente para esquecer completamente a morte… Então ele deve fazer amor de novo…”

[ler mais aqui: ogirassoleoespelho]

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7h48′ Citação, extraída de uma fala, em um programa de entrevista:

«Nós não somos temidos por qualquer país do mundo. Nós não temos inimigos. Mas nós precisamos repensar nosso papel no mundo, e vou dar o exemplo da relação do Brasil com os Estados Unidos, vamos ver a situação das comunicações no Brasil. Todas as comunicações que ocorrem no Brasil são transparentes ao governo dos Estados Unidos, nosso acesso de internet e telefonia ao mundo passa quase na totalidade pelos Estados Unidos, nossas forças armadas depende do GPS norte americano, se desligassem, teríamos que conduzir nossos navios no escuro, por navegação astronômica. Quer dizer, Brasil é um protetorado dos Estados Unidos, e todas as forças políticas brasileiras aceitam esse protetorado, inclusive a esquerda no seu terceiro mundismo tardio. Eu quero que o Brasil seja um parceiro dos Estados Unidos, mas para ser um parceiro precisa deixar de ser um protetorado. E esse é um outro exemplo de como a reimaginação do nosso lugar no mundo é a contrapartida de um projeto interno forte da nação. (…) Telespectadores, a esperança não é a causa da ação, é a consequência da ação. Atuem para poder esperar. » Roberto Mangabeira Unger

[nota mental – pesquisar sobre roberto m. unger]

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