nhe’engatu

[qua] 26 de agosto de 2015

#1h19′ porque as vezes eu me esqueço… e dou de cara no chão.

  • do que falei outro dia: a língua geral e outras.
  • a língua...
  • take it easy my brother charlie… take it easy meu irmão de cor. jorge e o rappa.
  • preciso fazer aquela lista dos teus livros…
  • montar o grupo de trabalho, agilizar a eleição do conselho, dar aquela força para o grêmio estudantil…
  • noutro dia fiz 83 anos. me rachei de rir com os comentários (virtuais)… e foi bonito esse meu aniversário. com direito a bolo e festa ‘roubada’ no campeche no primeiro minuto do dia vinte um. alunos tocando parabéns pra você com acompanhamento de batera e guitarra… mais mousse e desenho de alunas.

e no mais… vou deixar a vida me levar… vida leva eu… salve salve zeca.

#1h42′ um fragmento citado…

“A televisão atual difere muito daquela que alimentou a subjetividade dos que hoje têm mais de quarenta anos, por exemplo, porque os usos que ela suscita são outros; portanto, a criança contemporânea que vê televisão difere daquela que se sentava na frente do televisor há um par de décadas. Já não se trata de observar, escutar, receber e interpretar mensagens em gêneros específicos e bem definidos – além de ordenadas conforme o ciclo de princípio, meio e fim -, transmitidas de maneira estável e sem a mediação do controle remoto, com horários preestabelecidos e emissão claramente descontínua. 

Ao contrário, a televisão atual emite um fluxo de informações fragmentadas e dispersas, para cujo consumo o zapping – ou a troca acelerada e consecutiva de canais graças ao controle remoto – constitui um elemento fundamental. Por isso não se trataria exatamente de um meio de comunicação, como se costuma dizer, mas de mais um nó nas prolixas redes contemporâneas de informação. Pode parecer sutil, mas é enorme a diferença entre essa agitação ininterrupta da atualidade e os formatos estruturados dos gêneros infantis mais tradicionais, como os contos, as histórias em quadrinhos, os filmes e as cantigas.”

Paula Sibilia, Redes ou paredes: a escola em tempos de dispersão, 2012, pp. 84-85.

#..h..’

 

 

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