do jeito que o mundo anda… ele precisa de fé, ouve o grito da umbanda e também do candomblé

[seg] 3 de agosto de 2015

«minhas lágrimas se acabaram, mas não a vontade de chorar.»

estou exausto. descrente de qualquer coisa. deve ser o sono precário, o excesso de trabalho inútil, a auto-solidão-imposta. e isto é um desabafo… minha língua me corta. eu apenas não sei chegar…

e perdi, perdendo o tempo e as lotações… pus me a ir e passei de carona pela moça da bicicleta enquanto os cães e o carros de polícia ocupavam o trânsito inteiro. eu não estava ali, era apenas silêncio, incógnita, erro. indo sem saber porque ia… eu não cheguei lá… e todo mundo percebe que estou perdido nestes papéis que não são meus… eu passei e não cheguei. melhor seria ter ido à pé… lento, sem pressa… pela estrada até se acabar, quem sabe eu chegasse…

fonte panfletos da nova era.

«Te amei no dia em que te vi domando um bando de leões. Domando aquelas feras, conquistando os corações… Dizendo que o amor nunca morre porque tem ressurreições.»

«É um rock romântico. Ela foi composta depois de uma longa conversa com Nelson Jacobina sobre Aracy de Almeida e Janis Joplin. Tem um tom heróico, aonde a dor é tamanha que emudece, as lágrimas que são palavras que não podemos pronunciar, segundo mestre Freud, não conseguem brotar dos olhos de quem quer chorar. Existem quartos secretos que guardam segredos, leões, tem um tom de ‘estrada afora’, uma dor que é transfigurada pela eterna esperança das ressurreições do amor.» (fonte: http://www.jorgemautner.com.br)

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