simón del desierto

[ter] 21 de abril de 2015

Albert Camus «homem é a única criatura que se recusa a ser o que ele é».

«A revolta encontra em si, um valor, uma essência, um direito. O escravo enfrenta seu senhor porque reconhece algo em si que quer se afirmar, que estabelece um limite e por isso diz não. “Há em toda revolta uma adesão integral e instantânea do homem a uma certa parte de si mesmo” (p. 26). Portanto, antes de dizer não ao senhor, o escravo revoltado necessariamente diz sim para si mesmo. “Aparentemente negativa, já que nada cria, a revolta é profundamente positiva, porque revela aquilo que no homem deve ser defendido” (p. 32).» O homem revoltado – Postagem de Rafael Trindade no blogue Razão Inadequada

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Simão do Deserto (Simón del Desierto) – México, 1965 / Direção: Luis Buñuel / Roteiro: Luis Buñuel, Julio Alejandro / Elenco: Claudio Brook, Silvia Pinal, Enrique Álvarez Félix, Hortensia Santoveña, Francisco Reiguera, Luis Aceves Castañeda, Enrique García Álvarez, Antonio Bravo, Enrique del Castillo / Duração: 45 minutos

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Por que Você Faz Cinema?«Para chatear os imbecis / Para não ser aplaudido depois de sequências, dó de peito / Para viver a beira do abismo / Para correr o risco de ser desmascarado pelo grande público […] / Joaquim Pedro de Andrade e Adriana Calcanhotto»

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músicas de fundo [ouvidas nesta última hora – porque nos restos dos dias tenho me habitado somente o silêncio da vida  – é uma secura de sol e de som]:

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