el universo visto por el ojo de la cerradura

[seg] 13 de abril de 2015

utopia

«Desde que era gurí, supe que en el Paraíso no existía la memoria. Adán y Eva no tenían pasado.
¿Se puede vivir cada día como si fuera el primero?» Eduardo Galeano.

Galeano, fallecido hoy a los 74 años. Hasta Siempre camarada Galeano.

PS: Coletados por ai

[Na parede de um botequim de Madri, um cartaz avisa: Proibido cantar. Na parede do aeroporto do Rio de Janeiro, um aviso informa: É proibido brincar com os carrinhos porta-bagagem. Ou seja: Ainda existe gente que canta, ainda existe gente que brinca.
(Eduardo Galeano)]

galeano2

***

E aqui, nesta ilha, o sol brilha tão intensamente que meus olhos ardem. Habito a escuridão por estes dias. Tudo em silêncio. O mundo ali fora é tão distante. Estou disperso… Revisando ideias, ponderando sobre o universo sem saber ao certo onde estou nisto tudo… O silêncio profundo me guarda. E eu não sei muito convencer os outros quando profundamente não sei ao certo. Eu apenas resisto neste mundo. Eu sou marginal. E essa vida é tão curta.

E sexta-feira foi um dia bom… De luta e gentilezas.

E final de semana foi de arrumação… E arrumei quase nada.

***

O por cá também, o clima anda tenso… Meu irmão tem um meningioma calcificado causando uma lesão parieto occipital. Aquela suspensão e aquela angustia no peito quando seu irmãozinho vai ter que passar por uma cirurgia cerebral para a retirada de um tumor… Mas tudo vai dar certo. Pensamento positivo.

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