devastado

[qua] 1 de abril de 2015

cambio. sigo vivo.

e escrevo

só porque acordei agora assim no meio do nada.

só porque o wi fi resolveu fluir

só porque passei quase 36 horas offline.

e eu sinto tanta saudade do futuro.

e não é que as coisas deram certo na segunda-feira (30/3)… liguei para um monte de gente pela tarde, pintei um faixa gigante [e eu não pintava faixas já faziam uns bons seis anos], falei em público e comandei parte da assembleia [é como se eu tivesse voltado lá para 2007, 2008… de intensa articulação e crescimento político e moral] e foi tudo “tranquilo”.

exceto por estar sentindo fisicamente que o corpo diante de tanto estresse cansou… garganta, nariz e cabeça em colapso. dor em tudo.

e o dia 31 foi de cama, chá e remédios. dormi muito e dei tempo ao corpo… afinal vários dias dormindo bem pouco, muita chuva, e essa absurda ansiedade… afetiva e política. como será que está o mundo ali fora? para onde é a esquerda? como está pi? como estamos? como foi na alesc hoje? e na escola, após a assembleia? tantas questões.. e logo mais, se o corpo permitir: ato no centro – é o que nos dizem os últimos informes.

ps: pensar a proposta da aluna sobre o grupo/oficina de rap na escola. ver como é possível articular com o professor de artes para pensar no grafite/muros da escola… e quando a gente pensa que a escola é árida… surge vida no meio de tantos escombros. cambio. desligo.

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