monólogo/monomania

[dom] 8 de setembro de 2013

novidades: nada. apenas o gosto amargo da cerveja ou o prolongamento do vinho – beber é algo diário. dediquei dois dias à jardinagem. fiz escada, cortei o mato, me enchi de espinhos nos dedos, separei terra para os futuros garapuvus – as árvores me deixam em paz, um dia eu largo essas gentes e vou me entocar bem lá dentro do mato. e na tv, peguei por acaso o cisne negro, puta filme, a perfeição. e meus planos de corrigir provas, organizar diários, preparar projetos… nada, tudo vai meio embrulhado após quinta-feira. é quase uma ânsia, é quase o vômito saindo quando penso em tudo isto. receber uma advertência não era o que eu queria. não era o que eu queria, isso, pra mim. mas isto é para a gente perceber que não deve se distanciar em demasia.

e das cotidianidades: a leitura de simone beauvoir segue animada. as datas estão na mesa: ifsc/ufsc. dentista, médico, bicicleta de izabel, tudo segue o mínimo, mais ou menos planejado. esperar paciente o plano se desenrolar no seu devido tempo. tempo lento. “é, babe, ainda me sinto mutilado, como se faltasse um pedaço, que não é tu que vai preencher, sacas. isto depende de mim eou do tempo, deste tempo lento. por enquanto somente exaustão e o desejo de estar só.”

Tudo se compõe, e se decompõe Tudo se compõe, e se decompõe Tudo se compõe, e se decompõe Tudo se compõe, e se decompõe (…) E assim Viajando pelo mundo sem fim O silêncio planta seu jardim” Paulinho Moska

e clarice falcão. toda.

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