lengua extraña

[dom] 17 de julho de 2011

taciturno leitor… tudo passa muito lentamente no mundo abissal como diz jorge mas não disponho de tanto tempo ou do tempo que penso necessário para alguma síntese que sobre esse desejo trágico de poder dizer tudo sem falar nada.

mas será que há algo para ser dito?

peguei-me rindo sozinho hoje. sozinho sonhei hoje. e sei exatamente o que me seria bom… e acho até – e isto já é muito perto de outros tempos – que posso trilhar algum caminho… mas neste momento me quedo sem saber o que dizer. isto não faz sentido. há lacunas, pensará… que seja. que seja.

abram-se as feridas. goze. porque a vida segue seu ritmo e este caos é tudo que somos, que temos, que podemos. será?

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