mais estranho que a ficção

[ter] 12 de julho de 2011

há algumas coisas que não poderei escreve cá. o exercício é fixar na memória, filtrar na imaginação e realizar na ação. escrever não tem sido um hábito. ler romances e novelas, estudar filmes e pintar é algo mais comum nestes dias frios.

mas por um momento mais ou menos nesta mesma hora ontem me deparei diante destas coisas que me cercam neste momento: os livros, as roupas, a casa… e até este corpo e estes pensamentos em um dado momento que não sei exatamente quando e como não me pertencerão mais.

e me despedi de todas as coisas… com a honesta humildade de quem sente que tudo é de passagem.

é tempo de estar, e só, observar os movimentos, aprender a respirar, seguir… pois «mal sabia ele de sua morte iminente…»

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