um monólogo

[qui] 5 de fevereiro de 2009

– Ouvir e falar até em monólogos?
– É, isto mesmo e ler e reler no mural do passado e do presente e do futuro todavia…
– Diz assim o texto que a conclusão que se chega sempre precária e impermanente é, ou esta sendo, e por tudo isto vai ser faísca passionada para tudo e todos!

– Não entende. Entende só se se permite! se doa-se! Nisto que há verdade… humilde e prazerosa entrega. E o resto são invenções do caracol escuro, cansado e solitário.

– Não são reais.

– Vai, abaixa a cortina nesse e encerra essas angústias egoísticas.

– Vamos fazer um estudo concreto e sensível.

– E contraditório!

– A realidade, da realidade ali fora acordei. E o que for para ser… será, mas que seja vivendo!

– É um bom começo.

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