sofá tem gosto do que mesmo?

[sáb] 26 de abril de 2008

três coisas* que não-preciso ‘notar aqui¹.

* o fragmento-poema [desaguado sob um chuveiro]. * in reflexão [sobre o estado nuvem do ser concreto na consciência de si processo e fragmento de trabalho abstrato e diário. * nos objetivos do fragmentário [aparentemente sempre nos transmutam e de essência o possível dialógo-grito em multidões finitas-infinito. o expor-se fragmento. a problemática].

I. sinto tanta ânsia
de mais…
que neste papel em branco, só,
não caberiam
as vozes
os muros
as consciências
os corpos em movimento!
a luta declarada!

II. depois, e é por bem dizer desta maneira, de uma semana e meia in(
constante)
conforme)
colocável)!

de coisa amorfa e indisposta!
o surto laborioso disposto e o criar coisas precárias e divertidas!

III. aqui: não excludente. registrável. objetivo à memória – do rosto, do aspecto, do odor, do desconforto, do angustiante, do particular contido em cada linha de cada fragmento poét… objetivo o ato público e essa substancialidade política em forma-conteúdo

[¹] mesmo que estes relatos contidos aqui sejam instável e por vezes, muitas, os quase delete².
[²] tem gosto³ de aço reluzente.
[³] brincando de labirinto. o gosto, em referência, aos estranhos e encantadores hábitos cognitivos de Parreiras Gomes.

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