exercício

[dom] 23 de setembro de 2007

Poesia… talvez uma agora?
Ás vezes me questiono o que é poesia e o que é poeta: Talvez
rir da vida e chorar a vida,
E/ou seu inverso…
Talvez o olhar-verso que ve(rse)ja
o tão profundo que há
‘té na linha da superfície

e a superficial linha
que nos manobra,
marionetes de nós mesmos…

Poesia, tu, como
instante máximo, gozo
contínuo, momento êxtase,
que respira em ondas e pele e gotas e pelos…
E o concreto e o vento ventando e a história
chegando e partindo e sendo poesia já…

E tudo num tempo só,
e todos no seu devido tempo…

Ah! Dizemos… Ás vezes bêbados de mim mesmo, e de ti,
poetas e poesias indivisíveis por quanto tempo?
que poesia não se ganha, se é:
Estando-se, sentindo-se…
nos aís, tristes,
e no sorrisos gostosos
e nos momentos indecifráveis.

como sempre, este: deste oi moça poesia
que em ti sempre surja…
essa bela alegria
de sentir-se essa única e ilimitada fonte de poesia…

ps: à camila b. pela inspiração!

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: