poema à d.

[sex] 17 de fevereiro de 2006

Pensei que fosse sem querer
te ver brotar diante de mim
Mas percebo agora, e digo assim:
Perdoe-me se invento tal invasão,
se fores dizer um não,
não hei de ouvir, ouso ir além…

neste singelo poema dizer,
se ousas, este poeta, encantar,
e todo o resto do mundo…
há um preço, pequena, a pagar
e é neste segundo:
este poema ganhar.

E é ter-me aqui,
em palavras soltas, pra dizer
Que estar próximo de ti,
é sentir a poesia brotar
feito flor… feito ar,
feito passarim, feito fantasia
dá vontade de dizer oi,
dá vontade de toda a poesia.
E teu encanto é poesia
E minha poesia
É, só, pro teu encanto!

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