el olvido esta lleno de memoria

[qua] 13 de dezembro de 2017

6h08 notas de um dia já muito longo. desde as três finalizando diários e abrindo processos no silêncio da madrugada. e já amanhece, os pássaros denunciam isto. falta agora… neste exato instante… 108, 109, 110, 111, 112, 101, 102 e 103, sendo que as cinco primeiras são para hoje. e as três últimas para amanhã cedo.

8h50 chego na escola. não entro em sala. ajuda na conversão do vídeo de apresentação da escola ao familiares…

10h30 grazi me desafia para o resta 1. e antes do meio dia, conseguimos, numa boa parceria restar um. mari também contribui.

14h20 helen toca drexler… como seu texto é lindo, me encanta essa uruguaya… ela me fala coisas… fico até sem jeito. ela gosta de poesia também… e fala sobre sartre e beauvoir…

15h00 vamos para o gramado, sentamos em roda… conversamos…

16h30 confraternizamos. engordei uns 10 kg. cachorro quente, bolo e fanta uva.

19h10 os alunos interessaram-se com o resta um. jogamos xadrez…

21h19 volto pra casa… exausto.

22h30 chego em casa.

ainda há coisas para digitar. leio meus poemas… o cansaço me deixou meio triste. que porra de dia intenso… longo… divertido… amigável… sedutor… instigante… e no final um pouco tenso.

23h30 notas da conversa com diogo.

villa_grimaldi_cintillo notas de pontos para se visitar: http://villagrimaldi.cl/museo/

notas de leitura: O esquecimento está cheio de memória, de Mario Benedetti

***

e fechei as turmas da escola 1. agora faltam 3 turmas da escola 2. e hoje… talvez eu tenha mais clareza do meu futuro…

 

 


vestibular

[seg] 11 de dezembro de 2017

feito. agora é esperar… para ver se você não cagou a redação… se tirar 3,0 há chance. menos que isso, é corte.

Mude.
Mas comece devagar,
porque a direção é mais importante que a velocidade.
Sente-se em outra cadeira, no outro lado da mesa.
Mais tarde, mude de mesa.

Quando sair, procure andar pelo outro lado da rua.
Depois, mude de caminho, ande por outras ruas, calmamente,
observando com atenção os lugares por onde você passa.

Tome outros ônibus.
Mude por uns tempos o estilo das roupas.
Dê os teus sapatos velhos.
Procure andar descalço alguns dias.
Tire uma tarde inteira para passear livremente na praia,
ou no parque, e ouvir o canto dos passarinhos.

Veja o mundo de outras perspectivas.
Abra e feche as gavetas e portas com a mão esquerda.
Durma no outro lado da cama. Depois, procure dormir em outras camas.
Assista a outros programas de tv, compre outros jornais, leia outros livros,
Viva outros romances!

Não faça do hábito um estilo de vida.

Ame a novidade.
Durma mais tarde. Durma mais cedo.
Aprenda uma palavra nova por dia numa outra língua.
Corrija a postura.
Coma um pouco menos, escolha comidas diferentes,
novos temperos, novas cores, novas delícias.
Tente o novo todo dia. o novo lado,
o novo método, o novo sabor,
o novo jeito, o novo prazer,
o novo amor. a nova vida.

Tente.
Busque novos amigos.
Tente novos amores.
Faça novas relações.
Almoce em outros locais, vá a outros restaurantes,
tome outro tipo de bebida, compre pão em outra padaria.
Almoce mais cedo, jante mais tarde ou vice-versa.
Escolha outro mercado, outra marca de sabonete, outro creme dental.
Tome banho em novos horários.
Use canetas de outras cores.
Vá passear em outros lugares.
Ame muito, cada vez mais,
de modos diferentes.

Troque de bolsa, de carteira, de malas.
Troque de carro.
Compre novos óculos, escreva outras poesias.
Jogue os velhos relógios, quebre delicadamente
esses horrorosos despertadores.
Abra conta em outro banco.
Vá a outros cinemas, outros cabeleireiros,
outros teatros, visite novos museus.

Mude.
Lembre-se de que a Vida é uma só.
Arrume um outro emprego, uma nova ocupação,
um trabalho mais light, mais prazeroso,
mais digno, mais humano.
Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as.

Seja criativo.
E aproveite para fazer uma viagem despretensiosa,
longa, se possível sem destino.
Experimente coisas novas.
Troque novamente.
Mude, de novo.
Experimente outra vez.
Você certamente conhecerá coisas melhores e coisas piores,
mas não é isso o que importa.
O mais importante é a mudança, o movimento,
o dinamismo, a energia.

Só o que está morto não muda!

__________________________
Poema de Edson Marques.
Declamado por Antônio Abujamra.
Programa Provocações, TV Cultura.

 

***


remoção 2

[seg] 4 de dezembro de 2017

não esquecer…

testei o jogo hoje, foi interessante. amanhã… testar novamente…

saiu o resultado preliminar do concurso de remoção… e ninguém mais inscreveu-se para a vaga que eu havia. sou o único candidato, e meus 89,2 pontos nem foram necessários… está feito, agora é esperar dia 12/12 para confirmar de vez e ano que vem será um novo desafio, novos ares… e que venha o novo.

 


a verdade é uma metáfora

[dom] 3 de dezembro de 2017

diogo chegou. conversamos sobre coisas do chile, seu mestrado em estudos internacionais, no Instituto de Estudios Internacionales e coisas mais.

***

quase tudo ok, com os diários… só faltam as atividades de rec de nota.

***

uma citação

“O que é a verdade, portanto? Um batalhão móvel de metáforas, metonímias, antropomorfismos, enfim, uma soma de relações humanas, que foram enfatizadas poética e retoricamente, transpostas, enfeitadas, e que, após longo uso, parecem a um povo sólidas, canônicas, e obrigatórias: as verdades são ilusões, das quais se esqueceu que o são, metáforas que se tornaram gastas e sem força sensível, moedas que perderam sua efígie e agora só entram em consideração como metal, não mais como moedas”

Referências

Nietzsche. Sobre verdade e mentira. Hedra, 2008, 94 pgs. Trad. de Fernando de Moraes Barros.


descansar a vista até onde a vista alcança

[sáb] 2 de dezembro de 2017

Céu – Varanda Suspensa
Cícero & Albatroz – A Cidade
Phill Veras – Hum
Plutão Já Foi Planeta – O Ficar e o Ir da Gente
OutroEu – Poema De Lágrimas
Pedro Salomão – Cafuné
Rubel – Quando Bate Aquela Saudade
Castello Branco – O Peso Do Meu Coração
Nanan – Casa da floresta
Kokoroko Afrobeat Collective – Colonial Mentality
Fela Kuti – Water no get enemy
Miles Davis – Kind of Blue
Alice Coltrane – Journey in Satchidananda
John Coltrane – Blue Train
Thelonious Monk – Monk’s Dream
Charles Bradley – Why Is It So Hard
The Avalanches – Because I’m Me
Bomba Estereo – Pa’ Respirar
Jorge Drexler – Salvavidas de Hielo
Perotá Chingó – Aguas
Luedji Luna – Banho de Folhas
O Terno – Eu vou ter saudades
Tim Bernardes – Ela
Liniker – Caeu
TÓPAZ – Saudade De Sentir Saudade
Alabama Shakes – Don’t Wanna Fight
Churupaca – Full Album
Los Espiritus – Grafité
TONOLEC (Cantos de la tierra sin mal)
Curumin – Boca
Tommy Guerrero – Soul Food Taqueria 


scoop

[sex] 1 de dezembro de 2017

Enquanto o texto de ontem, fica na aba dos rascunhos, por eu não ter conseguido terminar a pesquisa iniciada e por ontem e hoje, estar exausto… das leituras da manhã anoto cá

CITAÇÕES QUASE ALEATÓRIAS

“No nível social, às revoluções e rebeliões recorrentes seguiram-se contra-revoluções e restaurações. Das revoltas de escravos no mundo antigo à revolução social do nosso tempo, a luta dos oprimidos terminou no estabelecimento de um novo e melhor sistema de dominação; o progresso teve lugar através do aperfeiçoamento da cadeia de controle. Cada revolução foi o esforço consciente para substituir um grupo dominante por outro, mas cada revolução desencadeou também forças que ‘ultrapassaram a meta’ (…) em todas as revoluções parece ter havido um momento histórico em que a luta contra a dominação poderia ter sido vitoriosa… mas o momento passou. Nesse sentido, todas as revoluções foram revoluções traídas” (MARCUSE, Herbert. Eros e Civilização. R. de Janeiro: Zahar Editores, 1981, p.92).

«A semântica dos tempos históricos parece, então, ter sido substituída pela ubiquidade da vida em rede, a epistemologia histórica parece ter perdido a sua eficácia explicativa sobre o tempo presente uma vez que este tornou-se identificável com o timeless time. A cultura suportada digitalmente é, todavia, a nova e necessária condição de apropriação simbólica e política da história na qual estamos mergulhados (a nossa história). O mundo inteiro é um hotspot, razão pela qual nos podemos mergulhar nele e interessarmo-nos à sua concretude, complexidade e opacidade, sem a preocupação de ficarmos desconectados. Se qualquer vetor temporal parece remeter para o presente, então podemos afirmar que também o futuro é agora, resgatando assim aquela dimensão antropológica da presença analisada por Émile Benveniste: a etimologia de praesens refere-se a “o que está em frente de mim”, e portanto o significado da preposição prae remeteria para o “iminente”, o “urgente”, o “imediato”.²⁶
Isso não significa cair no frenesim da antecipação constante dos acontecimentos futuros (sondagens, scoops jornalísticos ou científicos, projeções de ranking ou guerras preventivas…), mas cair na realidade para recuperar o sentido da prudência. É esta (a possibilidade de cair), de fato, uma outra raiz conceitual do termo presente, que remete diretamente para a condição corpórea e para o andamento físico do ser humano, como sintetizada na dialética entre o estar e o proceder: pôr em prática uma determinada ação ou tarefa, principiar a fazer alguma coisa e continuar, mas também comportar-se ou conduzir-se. Caminhar, dar passos, vem de pro-cedere (evitar a caída, precaver e reequilibrar uma tendência natural em cair pela frente), atitude psicomotora que Hans Blumenberg aponta como ética necessária para não se deixar andar levianamente e não precipitar (càdere). ²⁷» (BALDI, Vania. Humanidade Aumentada? Os desafios da hipercultura na era da sua enfática desintermediação. In book: Estudos Culturais e Interfaces. Objetos, Metodologia e Desenhos de Investigação, Edition: UFSM, Publisher: Universidade Federal de Santa Maria – Universidade de Aveiro, Editors: Flavi Ferreira Lisboa Filho, Maria Manuel Baptista, p.133)

²⁶ Problèmes de linguistique générale, Paris, Gallimard, 1966.
²⁷ Hans Blumenberg, Die Sorge geht uber den Fluss, Berlin, Suhrkamp, 1987.

E UMA LISTA DE DESEJO, DE LEITURAS E RELEITURAS:

O Pêndulo de Foucault, Umberto Eco / Todos do Marcuse / Todos de Adorno / Antropologia do Cinema: do Mito à Indústria Cultural, por Massimo Canevacci
***
E MESMO QUE NÃO SEJA UM DIA LINDO… QUE SEJA BOM. HASTA.

tanta volta pra nenhuma resposta

[qua] 29 de novembro de 2017

antes de dormir…

«Foi em uma quarta-feira / Saí pra te procurar / Andei a cidade inteira / Mas, cadê você? / Cadê você? / A cidade é grande / As pessoas muitas / E eu por aí / Sem te encontrar / Vou pedir a oxalá / Oxalá quem guia / Oxalá quem te mandou / Tanta volta pra nenhuma resposta / Tanta volta pra nenhuma resposta / Tanta volta pra nenhuma resposta / Tanta volta pra nenhuma resposta / Nenhuma resposta / Mas um punhado de folhas sagradas / Pra me curar, pra me afastar de todo mal / Para-raio, bete branca, assa peixe / Abre caminho, patchuli »

após acordar… ops… antes de ir dormir, ainda…

 

e após acordar… muita correria… dia longo. mas dia de muitos encontros… de muito aprendizado. obrigado solange e dr. ribeiro, uma aula de negritude.

 Nenhuma resposta / Mas um punhado de folhas sagradas / Pra me curar, pra me afastar de todo mal.


eles não vão vencer!

[ter] 28 de novembro de 2017

se segunda estava up, faceiro, cantarolando… por ter dado um foda-se e, às cegas, decidir jogando no lixo dez horas, devido a remoção, mas também por ter acordado cedo e ter dado conta de ter lançado as turmas 108, 109, 110, 111, 112, 113, 301, 302 e 303. faltando apenas as turmas 115 e 116 de uma escola… encontrei e conversei com colegas queridos… e a noite fechou de boa, encerrando com um bate-papo leve com minha filha e minha mãe, e uns goles de vinho.

mas hoje, foi bem diferente… demorei para acordar, meio cansado… não consegui terminar nenhum turma direito… estava disperso… digitei apenas uma turma. estive cansado o dia inteiro… senti até aquela sensação… pô, amanhã já tem três turnos novamente e parece que foi ontem que tive aula com uma turma. uma semana que escorreu e eu não sai do lugar. e para fechar a noite… talvez tenha problemas… o sistema está acusando que não posso ter as turmas que tenho.

dica, beber menos. não concentrar tudo… tu cansa fácil. repartir tudo em pequenas frações. hoje senti alguma coisa entre a tristeza e a solidão, o desejo seco de ter alguém aqui… eu queria fugir. vontade de chorar…

que bosta.

mas antes de ir… acho essa música «flutua» uma puta d’uma música, fodástica.

 


zero

[seg] 27 de novembro de 2017

A gente fica mordido, não fica? / Dente, lábio, teu jeito de olhar / Me lembro do beijo em teu pescoço / Do meu toque grosso, com medo de te transpassar // A gente fica mordido, não fica? / Dente, lábio, teu jeito de olhar / Me lembro do beijo em teu pescoço / Do meu toque grosso, com medo de te transpassar / E transpassei // A gente fica mordido, não fica? / Dente, lábio, teu jeito de olhar / Me lembro do beijo em teu pescoço / Do meu toque grosso, com medo de te transpassar / E transpassei // Peguei até o que era mais normal de nós / E coube tudo na malinha de mão do meu coração / Peguei até o que era mais normal de nós / E coube tudo na malinha de mão do meu coração // Deixa eu bagunçar você, deixa eu bagunçar você… Composição: Liniker Barros

cantei pra todo mundo, a primeira frase… só uma pessoa me retornou. o mundo tem salvação… o negócio lindo demais.


olhos coloridos

[sáb] 25 de novembro de 2017
Você ri da minha roupa
Você ri do meu cabelo
Você ri da minha pele
Você ri do meu sorriso
A verdade é que você
Tem sangue crioulo
Tem cabelo duro
Sarará crioulo
Sarará crioulo (sarará crioulo)
Sarará crioulo (sarará crioulo)
Sarará crioulo (sarará crioulo)
Sarará crioulo (sarará crioulo)
Compositor: Osvaldo Costa

23843070_10215061187262572_4771061945198741759_n no suporte, no sábado que coroou a I semana da consciência negra na escola. lindo dia… sentirei falta, caso eu não retorne no próximo ano. compensou a angustia de sexta-feira.


remoção

[sex] 24 de novembro de 2017

olheiras monstro. semana de seminários e fechamento de notas… e dia de inscrever-se no concurso de remoção… correria. e no mais… ?


tempo bom… que não volta nunca mais.

[ter] 21 de novembro de 2017

notas avulsas da manhã.

  • na playlist a trilha sonora de ontem
  • arrumando a bagunça no registro das aulas (salvo pelo que foi registrado no keepgoogle).
  • meta do dia… por prof online em dia.
  • baixando todas as fotos subidas para o flick. processo de migração para o googlefotos

notas da tarde

  • me enrolo…
  • dora traumatizou (desde sexta-feira)… há um trecho da passagem (o inicio da rampa) que ela evita de toda forma, e inventa os meios mais diversos para circular pelo terreno… não sei se foi a gata que andou batendo nela, ou se foram aqueles dias de chuva e trovoadas e relâmpagos… ou se foi outra coisa… mas o certo é que vai demorar um tempo até ela voltar a correr de forma insana e faceira quando eu chego em casa… estamos em processo de reabilitação… treinando ela para passar pelo local que ela evita de toda maneira.
  • não pus o profonline em dia.

notas da noite

  • duas aulas.
  • passei poesias, músicas e vídeos no intervalo
  • na quarta aula fiquei no refeitório mesmo… projetando na parede. (acústica horrível)
  • ainda há dois rascunhos dos dias anteriores esperando registro.

 

 

 


emancipate yourselves from mental slavery, none but ourselves can free our minds

[seg] 20 de novembro de 2017

20/11

O CANTO DOS ESCRAVOS – Clementina de Jesus, Doca, Geraldo Filme

Clementina de Jesus – Fui pedir às Almas Santas

Clementina de Jesus – Cangoma me chamou

Capítulo 4 Versículo 3 – Racionais Mcs

Miriam Makeba – Pata Pata

Ain’t Got No, I Got Life – Nina Simone

Emicida Feat: Rael – Obrigado, Darcy! (O Brasil que vai além)

metá metá – ora iê iê ô

Atotô – Kiko Dinucci & Juçara Marçal

Kiko Dinucci e Juçara Marçal – Machado de Xangô

Iansã – Maria Bethânia

Rappin’ Hood – Sou Negrão part. Leci Brandão

Thaide e DJ Hum – Sr. Tempo Bom

Rincon Sapiência – Ponta de Lança (Verso Livre)

Criolo – Sucrilhos

Nina Simone – Mississippi Goddam


recuerda

[dom] 19 de novembro de 2017

Da manhã:

Recuerda
(Tesis)


que piensas que a los hombres
hay que juzgarlos por lo que hacen
y no por lo que dicen
piensas bien
pero
recuerda
que hay algunos hombres
que lo que hacen
es decir QUÉ HACER.

Roque Dalton

Da tarde:

Da noite:


malvavisco

[qui] 16 de novembro de 2017

ok, estou ansioso, com tudo isto… com o final do ano letivo, do bimestre… dessa obra, dos projetos em que me meti…

e mais um dia que não pus as coisas do profonline em dia… e as coisas se acumulam… mas em compensação, fiz uma limpeza (poda) grande nos malvaviscos (hibisco colibri) da vizinha que invadiam a lateral do terreno. e plantei umas plantinhas…

coisas por fazer: rematricula da filha. enviar tema pelo email ao grupo de alunos. organizar as aulas de hoje. arrumar a cama e por roupas ao sol. enfim…

transfererir fotos do flickr para o google photos.

e lá sigo eu arrumando trocentas coisas por fazer para não fazer o que tenho/devo fazer pra ontem.

 

11h25. fiz quase nada disso acima…

citações/notas aleatórias

«As areias finas da praia do Pântano do Sul, formadas por grãos de quartzo, ao serem varridas pelo constante vento, abrem espaço para uma camada mais inferior, rica em óxido de titanio, colorindo o chão com manchas escuras (ROHR, 1977).»

ROHR, J. A. Sítios arqueológicos de Santa Catarina. Anais do Museu de Antropologia da Universidade Federal de Santa Catarina, n. 17. Florianópolis: Imprensa Universitária, 1984.

***

matei a tarde. faltei deliberadamente.

mas fui pela noite. com direito a caminha na orla… lista de exercício pra todo mundo dos segundos, e apresentações para os primeiros… com direto a debates acalorados… e comprei mangas, mamão, morangos, maçãs, laranjas e bananas. tomei um banho de chuva.

estou cansado.

e fiz dois rascunhos/poemas…


absens

[seg] 13 de novembro de 2017

dia cheio… acordei com uma planejamento. não fiz nada… mas trabalhei o dia inteiro na construção da casa… e pela noite, não fui para escola, porque não pus em dia, durante o dia, as tarefas necessárias para a noite, e porque estava exausto.

mas a casa vai ficando com cara de casa…

vou fazer uma lista das vezes que faltei e registrei aqui este ano:

2017/10/16/ *  2017/08/22/  *  2017/04/28/  *  2017/04/20/  *  2017/03/13/

há mais faltas… algumas compensadas, outras não registradas.


hard to explain

[dom] 12 de novembro de 2017

«… I say the right things but act the wrong way / I like it right here but I cannot stay / I watch the TV; forget what I’m told / Well, I am too young, and they are too old / Oh, man, can’t you see I’m nervous, so please / Pretend to be nice, so I can be mean / I miss the last bus, we take the next train / I try but you see, it’s hard to explain… / I say the right things, but act the wrong way / I like it right here, but I cannot stay / I watch the TV; forget what I’m told / Well, I am too young, and they are too old / The joke is on you, this place is a zoo / “You’re right it’s true” / Says he can’t decide / I shake my head to say / Everything’s just great / Oh, I just can’t remember / I just can’t remember / Raised in Carolina, she says: / ” I’m not like that” / Trying to remind her / When we go back… »

na sexta-feira bebemos. teve “eleição” do novo grêmio. não dei aula… sábado foi exaustivo, mexendo em casa, na obra… e hoje, tem enem, segundo dia de prova. eu não estudei, mas irei… e tenho que acordar logo mais, daqui a 5 horas. mas é só difícil de explicar…


Л Б ю

[qua] 8 de novembro de 2017

já virou o relógio. em cinco horas estarei de pé, acordado, bebendo meu mate amargo noite adentro estrada estranha… verde quente erva ventre dentro entranhas. 

já defini qual será meu próximo poema/tatuagem…  será no antebraço direito, o poema Л Б ю¹ de Maiakóvski. esse será simétrico ao esquerdo onde está grafado o poema código, de augusto de campos…

bem na verdade já tive essa sacada faz um tempinho…

sono chegou… bora dormir. amanhã, ou seja, logo mais, daqui umas 4 horas, depois de acordar… será um longo dia.

o dia foi tão longo… com altos e baixos. exausto, mas feliz pelo dia. e editando aqui… quando procurava uma foto do poema código para ilustrar o texto… achei isto aqui:

«Que el poema haga reír y haga llorar como una mujer rubia o un hermoso caballo» Pablo de Rokha²

notas de rodapé

  1. as letras ‘L’, ‘IU’ e ‘B’ – as iniciais do nome completo de sua amada: Lília IÚrieva Brik. Em disposição circular elas formam a palavra LIUBLIÚ (amo)
  2.  extraído daqui> http://poemacodigo.tumblr.com/

chá de marcela

[ter] 7 de novembro de 2017

ou um chá de marcela (achyrocline satureioides) nessa dia inútil. ô dia inútil esse.

dormi tarde, e acordei cedo, me enrolei o dia inteiro… como mal, passei mal. e não fiz nada das 500 coisas que tinha programado. e ainda estou cansado… com sono. vou dormir no ônibus indo pra escola… tem aula ainda, três no período noturno.


sala 925

[dom] 5 de novembro de 2017

vou porque preciso ir. é simples assim. e o que virá?

é o que foi vivido e só.


aujourd’hui¹

[sex] 27 de outubro de 2017

aujourd’hui – bigflo & Oli

 

notas de rodapé.

¹ (Adverbe) Agglutination de la locution, autrefois pléonastique au jour d’hui où hui signifiait « en ce jour », comme le latin hodie dont il provient. Intégré dans la langue française approximativement au XVIe siècle. De nos jours, hui a disparu du français et le mot a perdu son caractère pléonastique. via fr.wikitionary.org


parada pedagógica – vícios e virtudes

[qua] 25 de outubro de 2017

foi um longo, mas um longo e proveitoso dia. o que é um fato um tanto raro nessas reuniões pedagógicas.

parcerias profissionais e afetivas e

trocas… complementariedade… plano de ação multi caminhando para interdisciplinar. não sei se estarei lá no próximo ano para implementar, mas levo esse momento comigo.

e o que me deu uma certa saudade das reuniões de laboratório de pesquisa, ou de centro acadêmico, ou de coletivo do m.e.

-> coisas comentadas… o que é ser estudante? local e global. territorialidade e identidade. multicultural. história de vida. autobiografia. portfólio, caderno de estudo. mapa socioeconômico e afetivo. leitura e interpretação…

coisas citadas ->

ps:

nota #1 – sobre trabalho/renda e compromissos… nada garantido ainda para ampliação temporária… por enquanto 20hs apenas como efetivo. enquanto a questões de dívida… a socialização de um colega me deixou mais tranquilo.

nota #2 – inscrevi-me num curso de comunicação digital para educadores… ead.

nota #3 – algumas coisas estão fluindo… articulação do grafite na escola… formação do núcleo do grêmio estudantil…

nota #4 voltar e editar (adicionar as tags e categorias). cansado demais para terminar agora.


guardar silencio y caminar son hoy día dos formas de resistencia política

[ter] 24 de outubro de 2017

os pensamentos que tanto me assombram quanto me assomam por estes dias poderiam ser sintetizados nesse título Desaparecer de sí: una tentación contemporánea. não li a obra, mas anotei aqui. parte de mim fala do processo de resistência que sou, e dos aspectos positivos. outra parte censura, por não encaixar-se. a primeira parte respira e sonha. a segunda buscar esconder-se…

então ‘bora caminhar e mexer o esqueleto.

abaixo, fragmento extraído de uma entrevista de David Le Breton ao diário de sevilha.

Guardar silencio y caminar son hoy día dos formas de resistencia política

«¿Es por esa calidad de resistencia por la que a quien camina sin rumbo se le tacha de loco?

Así es, y por eso el caminar, como el silencio, es una forma de resistencia política. A la hora de salir de casa y moverte te ves de inmediato intervenido por criterios utilitaristas que te aclaran perfectamente a dónde tienes que ir, por qué camino y en qué medio. Caminar porque sí, eliminando de la práctica cualquier tipo de apreciación útil, con una intención decidida de contemplación, implica una resistencia contra ese utilitarismo y de paso también contra el racionalismo, que es su principal benefactor. La marcha te permite advertir lo hermosa que es la Catedral, lo juguetón que es el gato que se esconde ahí, los colores de la puesta de sol, sin más fin, porque ése es todo su fin: la contemplación del mundo. Frente a un utilitarismo que concibe el mundo como un medio para la producción, el caminante asimila el mundo contenido en las ciudades como un fin en sí mismo. Y esto, claro, es contrario a la lógica imperante. De ahí la vinculación con la locura. » David Le Breton

Uma ótima tradução podes ver também no blogue Desenhares de Sílvio Diogo.


dora sonha

[qui] 19 de outubro de 2017

1h27 dora sonha agora sobre o tapete do quarto, enquanto ouço mikannn e gabriel gaspar falar sobre filmes e animes.


istanbul (not constantinople) ou a carcaça de soutine

[qua] 18 de outubro de 2017

sArtist: Trevor Horn Orchestra
From: Mona Lisa Smile OST

Istanbul (Not Constantinople) // Istanbul was Constantinople / Now it’s Istanbul, not Constantinople / Been a long time gone, Constantinople / Now it’s Turkish delight on a moonlit night / Every gal in Constantinople / Lives in Istanbul, not Constantinople / So if you’ve a date in Constantinople / She’ll be waiting in Istanbul / Even old New York was once New Amsterdam / Why they changed it I can’t say / People just liked it better that way / So take me back to Constantinople / No, you can’t go back to Constantinople / Been a long time gone, Constantinople / Why did Constantinople get the works? / That’s nobody’s business but the Turks / Istanbul (Istanbul) / Istanbul (Istanbul) / Even old New York was once New Amsterdam / Why they changed it I can’t say / People just liked it better that way / Istanbul was Constantinople / Now it’s Istanbul, not Constantinople / Been a long time gone, Constantinople / Why did Constantinople get the works? / That’s nobody’s business but the Turks / So take me back to Constantinople / No, you can’t go back to Constantinople / Been a long time gone, Constantinople / Why did Constantinople get the works? / That’s nobody’s business but the Turks. // Composição: Jimmy Kennedy / Nat Simon / They Might Be Giants

***

soutine3

Carcaça de carne – Carcass of Beef Soutine, Chaïm Óleo sobre tela | (sem data) Albright-Knox Art Gallery | Buffalo – Estados Unidos Dimensões da obra: 140,3 x 107,6 cm

***

3 horas dormidas. 12 aulas em sala. 3 aulas de hora atividade. 14h30 de escola. uma carona na manhã. um curta. dicas de filme pela tarde.  um pastel e um bate-papo… e na noite… e a minha paciência com o sorriso de monalisa chegou ao fim… cansei de ver 10 vezes o mesmo filme. mas é um filme que impacta… eles gostam, prestam atenção e o papo rende…

***

e em vários momentos do dia pensei várias coisas. uma delas é a como eu sou desorganizado, uma confusão… uma bagunça… oscilando entre tentar agradar e me encaixar nessa porra de sistema e do outro lado mandando tudo a merda, na minha caótica resistência.

mas guarda isso, no meio do teu caos, dessas coisas que aparentemente não fazem sentido… tu ainda encanta algumas dessas pessoinhas que passam pelo teu dia, e marca elas, e isto já basta. foi isto que te animou, é isto que te anima. ‘guenta rapaz! respira.


protocolos, máscaras e papéis

[ter] 17 de outubro de 2017

trilha de fundo: sinfonias #1, #2 e #3 de beethoven.

notas feitas: do seriado de sábado/domingo/ontem (mindhunter), a seguinte passagem…

«goffman viu a conexão entre os tipos de atos ou máscaras que as pessoas usam em suas vidas ou em apresentações teatrais. na interação social ou teatral há uma área no palco onde indivíduos ou atores, conforme o caso, aparecem perante a plateia. mas tem de existir os bastidores, um lugar escondido, onde os indivíduos podem ser eles mesmos.»

e para reavivar as leituras de e. goffman… entre as várias buscas, essa nota é muito interessante, vale a leitura> «as muitas faces de uma máscara: erving goffman» de leonardo m. alves

notas da manhã: professor online em dia até que enfim (ops quase… faltam 201/202 e 203). e zerando os rascunhos neste blogue (publicando o que der e o que não der… vai para o lixo. agora, contando com este, são 1.680 entradas, desde 1999).

notas da tarde… organizar as aulas dessa semana. e a dificuldade em manter o foco. pequenos movimentos de ansiedade. não passeei com dora desde quinta-feira. não vi minha filha desde sábado.

***

‘‘Uma pessoa não pode ser humana sozinha e, aparentemente, não pode apegar-se a qualquer identidade sem o amparo da sociedade.’’ A perspectiva Sociológica – A Sociedade no Homem; BERGER, Peter.(1976,p.108)


absenteísmo

[seg] 16 de outubro de 2017

por que as pessoas faltam?

chá, cama e repouso.


keep

[qua] 11 de outubro de 2017

A letra morta naquele quadro:

É minha.

registrei assim, no keep.


art. 206 e outros apontamentos avulsos sobre música e cinema.

[ter] 10 de outubro de 2017

das notas do dia…

#1 consciência de si… é preciso, de vez em quando fugir.

mudei [ou mantive – depende do ponto de vista] os planos, ou mesmo, adequei-os, as necessidades do dia. como o horário não mudou essa semana, como era esperado, eu mesmo mudei e faltei. dia de ato, dia de ruptura… de desobediência.

#2 conexões aleatórias e sem sentido.

me enrolo. me atraso. não me faço poema.” relendo essa frase hoje, me lançou direto para essa música aqui >> Saulo Fernandes e Paulinho Moska – Não Precisa Mudar

#3 ainda aguardando a valorização…

Art. 206. O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:
I – igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;
II – liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber;
III – pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas, e coexistência de instituições públicas e privadas de ensino;
IV – gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais;
V – valorização dos profissionais do ensino, garantido, na forma da lei, plano de carreira para o magistério público, com piso salarial profissional e ingresso exclusivamente por concurso público de provas e títulos, assegurado regime jurídico único para todas as instituições mantidas pela União;
V – valorização dos profissionais do ensino, garantidos, na forma da lei, planos de carreira para o magistério público, com piso salarial profissional e ingresso exclusivamente por concurso público de provas e títulos; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)
V – valorização dos profissionais da educação escolar, garantidos, na forma da lei, planos de carreira, com ingresso exclusivamente por concurso público de provas e títulos, aos das redes públicas; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 53, de 2006)
VI – gestão democrática do ensino público, na forma da lei;
VII – garantia de padrão de qualidade.
VIII – piso salarial profissional nacional para os profissionais da educação escolar pública, nos termos de lei federal. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 53, de 2006)
Parágrafo único. A lei disporá sobre as categorias de trabalhadores considerados profissionais da educação básica e sobre a fixação de prazo para a elaboração ou adequação de seus planos de carreira, no âmbito da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 53, de 2006)

 #4 trilha de fundo…

Liniker – Fim de Festa (Itamar Assumpção)

Ivan Lins – Deixa eu dizer ( Modo Livre, 1974).

Fim de Festa – Naná Vasconcelos e Itamar Assumpção

esse último vídeo com edição de Carol Mira, com fragmentos dos seguintes filmes:

Filmes em ordem de aparição: “Regen” – Joris Ivens (1929) “Limite” – Mario Peixoto (1931) “Emak-bakia” – Man Ray (1926) “La coquille et le clergyman” – Germaine Dulac (1926) “At land” – Maya Deren (1944) “Sunrise” – Murnau (1927) “L’Etoile de Mer” – Man Ray (1928) “Romance Sentimentale” – Aleksandrov e Eisenstein (1930)

#5 outras coisas…

Joris Ivens -> A chuva – Joris Ivens (Holanda – 1929); Joris Ivens – De Brug (The Bridge, 1928); Limite Mário Peixoto(Brasil – 1931); Não me Incomode ou Emak Bakia – Man Ray (1926)… O resto deixo pra quinta-feira…

 


sil e a outrospecção

[seg] 9 de outubro de 2017

me enrolo. me atraso. não me faço poema.

***

perdi o busão. andei… por do sol bonito.

***

quinze minutos atrasado… não preparei nada efetivamente. apenas enrolo.

***

ela me fala de seus medos. da solidão. eu apenas digo que tenho medo. pensamos em caminhar.

***

passei o dia estando e não estando. o corpo estava ali, já o pensamento… distante.

***

Fernando Pessoa – Quem passa e me olha ou me conhece mal sabe
Quem passa e me olha ou me conhece mal sabe
Vendo-me apenas um cansado e triste
O que em mim há distante disto tudo!
Como é que a negra e lúcida verdade
Pode chegar às almas
Que na luz concebem? Tudo o que vive
Ao sol deste existir e quer o sol
Brilhe sem nuvens, anuviado seja
Ou (…) — vive à luz
E não suspeita o que é a escuridão
Das cavernas da alma, esquecida
De luz e vida, e onde a existência íntima
Tem outra forma, outro ser e outro (…)
s.d.

Fausto – Tragédia Subjectiva . Fernando Pessoa. (Texto estabelecido por Teresa Sobral Cunha. Prefácio de Eduardo Lourenço.) Lisboa: Presença, 1988.

Fernando Pessoa – III – De quem é o olhar
De quem é o olhar
Que espreita por meus olhos?
Quando penso que vejo,
Quem continua vendo
Enquanto estou pensando?
Por que caminhos seguem,
Não os meus tristes passos,
Mas a realidade
De eu ter passos comigo?
Às vezes, na penumbra
Do meu quarto, quando eu
Para mim próprio mesmo
Em alma mal existo,
Toma um outro sentido
Em mim o Universo —
É uma nódoa esbatida
De eu ser consciente sobre
Minha ideia das coisas.
Se acenderem as velas
E não houver apenas
A vaga luz de fora —
Não sei que candeeiro
Aceso onde na rua —
Terei foscos desejos
De nunca haver mais nada
No Universo e na Vida
De que o obscuro momento
Que é minha vida agora.
Um momento afluente
Dum rio sempre a ir
Esquecer-se de ser,
Espaço misterioso
Entre espaços desertos
Cujo sentido é nulo
E sem ser nada a nada.
E assim a hora passa
Metafisicamente.
s. d.
«Episódios – A Múmia». Poesias. Fernando Pessoa. (Nota explicativa de João Gaspar Simões e Luiz de Montalvor.) Lisboa: Ática, 1942 (15ª ed. 1995). – 64.
1ª publ. in Portugal Futurista , nº 1. Lisboa: 1917.

***

e de quebra…

Narcisismo e depressão: “o olhar do outro define quem eu sou” | Teresa Pinheiro

 

The Empathy Museum

***

A arte de se colocar no lugar do outro para transformar o mundo Roman Krznaric. Da introspecção à “outrospecção

***

SERRES, Michel. Polegarzinha. (Trad. Jorge Bastos). Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2013. 96p.

#1

#2


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